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quinta-feira, dezembro 31, 2015

A estrela Marília Pêra

A morte da atriz Marília Pêra passou batida. Faltou a homenagem que ela merecia. Ainda estamos assustados. Sobre o câncer: nada a declarar. Ele é ferrenho, maquiavélico, peçonhento. Mais alguém querido que se vai. Por causa dele. 
A Milú de Cobras & Lagartos se foi. Entretanto, ela ainda está no ar. Deixou gravada mais uma temporada de Pé na Cova, a última aliás. Darlene era a marca do seriado. Lembro que ficamos sem ela durante uma temporada inteira, e agora sabemos o porquê, e não foi a mesma coisa.
Marília era brilhante.

Não sei se é por causa da magia que é a TV, mas muitos artistas se tornam íntimos da gente. Viram da família. Conforme uns morrem, vai tirando um pedacinho dessa doce ilusão. Começou com Myriam Pires em 2005. Hebe, Wilker, Paulo Goulart, Nair Bello, Yoná, Betty Lago e tantos outros. Eu os via desde criança. 

A sensação é a mesma quando vemos eles envelhecerem.

O tempo passa. Se passa.

Marília vai deixar saudades.

Digo vai, no futuro mesmo, porque a ficha ainda não caiu. Ela está no ar. Em tese, ainda não nos deixou.

E assim encerro o ano.
Com a estrela que foi e será para sempre (afinal, estrelas não se apagam) Marília Pêra.

quarta-feira, dezembro 30, 2015

A volta de Laços de Família

A melhor novela de Manoel Carlos foi Por Amor, depois Laços de Família
Por Amor me ganhou por causa do casal Maria Eduarda e Marcelo (Gabriela Duarte e Fábio Assunção). Até hoje são os meus preferidos da TV. 
Laços de Família, contudo, comoveu o país. 
Laços vai substituir Fera Ferida no canal Viva.
Quem viu, vai poder chorar de novo com o drama de Camila (Carolina Dieckmann em seu auge), repudiar Íris (Deborah Secco), vibrar com as cenas calientes de Helena Ranaldi e José Mayer (Cinthia e Pedro), se emocionar com a Ingrid (Lília Cabral), torcer por Helena (Vera Fischer), adorar a Ciça (onde foi parar a Júlia Feldens?) etc.
Quem não viu, trate de conseguir ficar acordado até tarde ou pegar umas férias que dure uns sete meses, por aí. A trama vale muito a pena. É linda.
Na história, Camila rouba o namorado da mãe e casa com ele. E sim, você vai odiá-la por isso. Por pouco tempo, pode ter certeza.

terça-feira, dezembro 29, 2015

Ruth & Raquel, quarta exibição

Ruth & Raquel vão voltar.
Em fevereiro, no canal Viva.
Após 23 anos da primeira exibição.
A melhor novela de Glória Pires.

A primeira vez que foi ar, entre fevereiro e outubro de 1993, alcançou 50 pontos de média.
A primeira reprise, três anos depois, marcou 31 pontos, um a mais que a novela das seis da época, Anjo de Mim, e um a menos que a novela das sete, Salsa & Merengue.
A segunda reprise marcou bem menos. 16 pontos de média em 2011. Se compararmos com Caminhos das Índias, a atual, são três a mais. Com O Rei do Gado, um a menos. Para os padrões de hoje, um verdadeiro sucesso.
A terceira reprise volta ao ar em fevereiro de 2016, pelo canal Viva. Mulheres de Areia, aliás, foi a primeira novela cogitada pelo canal para ir ao ar. Em 2010, na estreia da emissora. Foi brecada pela própria Globo, que já pensava em reprisá-la no Vale a pena ver de novo

Novelas como Mulheres de Areia, A Viagem, O Rei do Gado, Vale Tudo etc. sempre são bem-vindas.

Só não me conformo com o horário. Seria espetacular se fosse na faixa nobre.

Ruth é a irmã boa. Raquel é a má. Ruth se apaixona por Marcos, mas Raquel, para conquistá-lo, finge ser sua irmã. O golpe é certeiro! Raquel se casa com Marcos. Entretanto, em um acidente de barco, a irmã maléfica é dada como morta e Ruth assume a sua identidade. Glória Pires é Ruth, é Raquel, é Ruth como Raquel, é Raquel como Ruth, e em todas as suas performances, consegue que o público saiba quem é a má e quem é a boa. 

As cenas de Glória Pires com Raul Cortez são imperdíveis, bem como as com Marcos Frota.

Meu voto é de Mulheres de Areia como a melhor novela de todos os tempos.

segunda-feira, dezembro 28, 2015

Fim de ano na TV, nada a ver

Fim de Ano na TV (argh! mês chato esse de dezembro) é saber que vão encher nosso saco com músicas natalinas, shows muito mal elaborados, mais músicas natalinas, amigos secretos, muita falsidade, papais nóeis (e ainda somos obrigados a descobrir quem são os ditos cujos), tudo isso regado a muita (falta de) criatividade. 
Com exceção da Escolinha do Prof. Raimundo, que achei nostálgica e original, ao mesmo tempo, nada de bom foi apresentado.
No dia 24, a música "Só Hoje" foi repetida à exaustão. Música ruim pega. No dia anterior, Ludmilla cantou com o rei Roberto Carlos, que apenas repetia "de novo" e "goxtoso" (com x mesmo). "Hoje eu tenho uma propoxta (também com x)" foi o meu repertório do dia.
Faltou a Xuxa no Natal?
Ainda bem.
Está na hora de coisas novas. Xuxa não precisa mais disso. Afinal, ela quer se desvincular do mundo infantil, pois não tem mais espaço para apresentadoras infantis. Ela disse isso e recebe meu apoio. Que o novo diretor dela (aquele que gosta muito dela) consiga entender que não basta uma boa apresentadora, um bom programa é crucial.
Não sei se foi a crise, mas a Globo, principalmente ela, não fez absolutamente nada. Nem os tradicionais grandes filmes a gente viu. 
Para os que tem TV Paga e assina o Telecine também nada de novo. 
Palavra-chave para 2016: criatividade. Professor Chacrinha ensinou que tudo se copia. O que ele fez?

sábado, dezembro 26, 2015

Troféu ARGH! (os piores de 2015)

Veja a lista dos piores do ano, sem titubear.

Pior novela: estão no páreo Babilônia (Gilberto Braga) e A Regra do Jogo (João Emanoel Carneiro). A primeira ostenta a pior audiência das novelas do horário nobre da Globo. A segunda ficou em segundo lugar por vários capítulos. A primeira começou muito bem, caiu, caiu, caiu, caiu... A segunda não começou tão bem, mas deu uma boa melhorada. Entretanto, cansa por só falar de facção, pai, tio. Babilônia merece o título de pior novela do ano, uma porque foi mesmo, outra porque apostei alto na trama. Decepcionou.

Pior atriz: Camila Pitanga pela Regina de Babilônia. Foi, sem dúvida, a pior personagem do ano.

Pior ator: Sérgio Marone pelo Ramses de Os Dez Mandamentos. Pior ainda é saber que a Record quer ele como apresentador. Pode isso?

Só que não: Giselle Itié e Gilherme Winter, a Zípora e o Moisés de Os Dez Mandamentos. Atores sem expressão nenhuma, apenas bonitos. Eles não poderiam ser descartados desta lista, de forma alguma.

Pior atriz coadjuvante: Sophie Charlotte (Alice).  

Pior ator coadjuvante: Marcos Pasquim (Carlos Alberto).

Pior série: Chapa Quente (Globo).

Pior atriz de série: Ingrid Guimarães. Ela é engraçada, mas vive sempre a mesma personagem. O que a Marlene (Chapa Quente) tem de diferente da Pitty (Sob nova direção) ou da Alice (filme De pernas pro ar)?

Pior ator de série: Leandro Hassum (repetitivo na pele de Genésio).

Pior humorístico: Apesar de a crítica ter adorado, ainda não consigo rir do novo Zorra. Fraco demais.

Pior programa infantil: é um dos poucos da TV aberta, mas continua muito sem graça o Bom dia & cia, apenas um chamariz para desenhos.

Pior programa de auditório: o meio-dia de domingo está um caos. Tem o Esquenta (argh), o Domingo Legal (ou Passa e Repassa) e o Domingo Show (vômitos). Logo depois a Rede TV apostou no Sensacional, que não faz jus ao nome. Situação pra lá de difícil. Para não empatar, Domingo Show, o pior programa de 2015.

Pior apresentador: Geraldo Luís.

Pior apresentadora: Daniela Albuquerque.

Pior programa feminino: É de casa (Globo).

Pior telejornal: Jornal do SBT (fraco!).

Âncora: Analice Nicolau (SBT).

Pior reality: BBB (Globo).

Pior programa da TV PAGA: Partiu Shopping (Multishow).

Desastre: Tomara que caia, uma espécie de game e humor, que tinha de tudo, menos graça. Caiu, literalmente.










quarta-feira, dezembro 23, 2015

Troféu Mr. TV: edição 2015

2015 foi o ano dos cinquenta anos da maior rede de televisão do Brasil (2ª do mundo), mas nem por isso a Globo tem muito para comemorar. Entretanto, muito dos melhores do ano surgiram da emissora do Plim-Plim.


Novela do ano: entre as favoritas estão Sete Vidas (Lícia Manzo), Além do Tempo (Elizabeth Jhin), Os Dez Mandamentos (Vivian de Oliveira) e Verdades Secretas (Walcyr Carrasco).

Sete Vidas era doce, mas ao mesmo tempo cheia de conflitos. Gente como a gente todos os personagens não eram mocinhos e tampouco vilões. Agradaram em cheio. Além do Tempo foi a minha escolhida até os 45 minutos do segundo tempo. Continua linda, mas podia ter usufruído mais sobre o espiritismo. Os Dez Mandamentos mudou a história da TV Record. Conquistou a liderança em diversos dias, mas abusou das cenas arrastadas. Enfim, o troféu Mr. TV para melhor novela de 2015 vai para Verdades Secretas, fulminante e adorável do primeiro ao último capítulo. Merecido!


Atriz: a categoria é sempre a mais difícil. No páreo: Drica Moraes (Carolina), Marieta Severo (Fanny), Glória Pires (Beatriz), Irene Ravache (Vitória), Ana Beatriz Nogueira (Emília), Giovanna Antonelli (Atena), Alinne Moraes (Lívia), Débora Bloch (Lígia), Maria Casadevall (Margot) e Adriana Garambone (Yunet).

Glória Pires começou com tudo. Beatriz comandava a novela das nove Babilônia no primeiro mês. Por conta da baixa audiência, o autor Gilberto Braga mudou toda a sua história. Glória, portanto, não saiu do lugar. Uma pena, pois a personagem prometia ficar para a história das vilãs da teledramaturgia. Marieta Severo fez todo mundo esquecer da dona Nenê. Esteve soberba. Ana Beatriz Nogueira é um primor, sempre. Alinne Moraes conquistou o público, que geralmente implica com as mocinhas, não com Lívia, todos, aliás, torcem por ela. Giovanna Antonelli começou mal como Atena. Hoje, a personagem figura como a melhor coisa de A Regra do Jogo. Débora Bloch foi sutil, menos foi mais e a personagem transmitia dor, raiva, alegria e esperança. Se via nos olhos dela tudo o que a amargurava. Espetacular. Maria Casadevall esteve muito bem na pele de Margot. Adriana Garambone foi a atriz mais completa do sucesso Os Dez Mandamentos. Ao prêmio de melhor atriz ficou a dúvida: Drica Moraes ou Irene Ravache? Adorei odiar a Vitória na primeira fase de Além do Tempo. E na segunda, aprendi a amar. Linda. Drica assumiu o papel que era para ter sido de Déborah Secco. Não vejo uma Carolina tão perfeita. Levanta a mão quem não sentiu pena da personagem. Drica a segurou firme, um passo em falso e ela seria odiada por ser tão burra. Sensacional. O troféu Mr. TV de melhor atriz de 2015 é de Irene Ravache, por todos os motivos mencionados.


Ator: entre os que brilharam no ano estão Rodrigo Lombardi (Alex), Marcos Palmeira (Aderbal), Alexandre Nero (Romero), Tony Ramos (Zé Maria), Caio Castro (Grego), Fábio Assunção (Artur), Rafael Cardoso (Felipe) e Domingos Montagner (Miguel).

Rodrigo Lombardi bombou como Alex, como a bunda do Alex, como o macho-alfa e o ator foi bem. Alexandre Nero, apesar de ter ganhado o prêmio dos melhores do Faustão, deixou sua marca, mas o Comendador ainda está vivo na memória de todos e Romero é coadjuvante perante a isso. Tony Ramos é o algoz de A Regra do Jogo. Como era de se esperar, está arrasando. Domingos Montagner é um ator nato. Ótimo como Miguel. Marcos Palmeira e Fábio Assunção partiram para a comédia. O primeiro foi de longe o grande acerto da frustrada Babilônia e o segundo faz bonito em Totalmente Demais, atual das sete. Rafael Cardoso é o verdadeiro galã do ano. Sem fru-fru. Entretanto, ninguém brilhou como Caio Castro. Nunca gostei do ator. Nunca diga nunca! Caio Castro, o melhor ator de 2015, disparado! 


Segue a lista: 



Atriz coadjuvante: Grazi Massafera (Larissa). Não teve para ninguém no ano de 2015. A melhor personagem do ano foi dela. 



Ator coadjuvante: Tonico Pereira (Ascânio).



Melhor série de TV: Felizes para sempre? (Euclydes Marinho).



Atriz de série: Paolla Oliveira (Denise).



Ator de série: Enrique Diaz (Cláudio).



Humorístico: Escolinha do Prof. Raimundo (nova geração).



Programa infantil: Chaves (enlatado do SBT).



Programa de auditório: Altas Horas (Serginho Groisman).



Apresentador: Serginho Groisman (Altas Horas).



Apresentadora: Xuxa (Xuxa Meneghel).



Programa feminino: Mais Você (Ana Maria Braga).



Revelação do ano: Camila Queiroz (Angel).



Surpresa: O fenômeno Os Dez Mandamentos (TV Record). A trama venceu o JN e a novela A Regra do Jogo, carros-chefes da Globo, por dias consecutivos. Ficou para história.



Telejornal: mesmo derrotado pela Record, o JN ficou diferente: mais informativo, dinâmico e os apresentadores parecem interagir com o público de casa. Nada que a Sandra Annemberg não fazia antes, mas até a previsão do tempo ganhou destaque com a entrada de Maria Júlia Coutinho, a Maju.



Âncoras: Sandra Annemberg e Evaristo Costa, eles têm química.



Reality: Masterchef (Ana Paula Padrão).



Melhor programa da TV Paga: Vai que Cola (Multishow).

Programa de entrevistas: Mariana Godoy entrevista (Rede TV).

Só que sim: para a nova Xuxa. Espontânea, verdadeira e linguaruda. Demais.

Menção honrosa: Monica Iozzi (atriz/comediante/repórter/apresentadora): pelo conjunto da obra.


terça-feira, dezembro 22, 2015

Crítica: Totalmente Demais tem todos os ingredientes básicos para ser sucesso, e é!, mas existem falhas imperdoáveis que a transformam numa apenas agradável trama para assistir

Já se passaram muitos capítulos para "Totalmente Demais" mostrar a que veio. A audiência é boa, marca entre 22 e 28 pontos, igual a antecessora, I Love. Entretanto, não é totalmente demais, não é imperdível etc. 
1. Marina Ruy Barbosa é chata.
2. Juliana Paes copiou os trejeitos de Anne Hathaway no filme "Alice no país das maravilhas" para compor Catarina na fofura que foi Meu pedacinho de chão, em 2014. E foi muito bem. Para Carolina, na atual das sete, mirou em Meryl Streep como Miranda em "O diabo veste Prada", mas acertou na Val Marchiori. Sua atuação não é ruim, aliás, nos últimos capítulos melhorou muito, mas continua um meio termo.
3. Marina Ruy Barbosa ainda está verde para encarar uma protagonista.
4. Fábio Assunção está bem. Muito bem. E muito engraçado.
5. Marina Ruy Barbosa não tem altura para ser modelo.
6. Humberto Martins é bom ator, mas está repetitivo. Parece o José Mayer. Será que funciona só desse jeito?
7. A história da protagonista é quase a mesma de Verdades Secretas, mas sem book rosa.
8. Viviane Pasmanter como Regina Duarte está linda.
9. Amo a Viviane Pasmanter!
10. Marina Ruy Barbosa e o Felipe Simas têm química.
11. Mas funcionariam mais numa nova versão de Malhação.
12. Novelas das sete precisam de atrizes mais convincentes.
13. Deviam ter chamado a Isabelle Drummond.
14. É mais atriz, mais alta e está apta para encarar uma protagonista,
15. Aumentem o espaço da Lavínia Vlasak.
16. Carla Salle também é uma ótima atriz.
17. A música da abertura é legal.
18. A Anitta é que não é.
19. Juliana Paiva está se repetindo.
20. Birolli: não gosto dela.
21. Continuo achando a Marina Ruy Barbosa sem sal.
22. Samanta Schmutz é a melhor da novela.
23. Aliás, Samanta é ótima no Vai que cola, no Treme-treme (GNT). Linda!
24. Autores: a novela não é ruim, mas não é boa.
25. Tem ingredientes funcionais.
26. Não é criativa.
27. Entretanto, leva nota sete.
28. Está na média.
29. Ainda sobre a abertura: podiam ter caprichado um pouquinho mais, gastado um pouquinho mais.
30. Mas da Marina Ruy Barbosa: continuo preferindo qualquer outra atriz. 
A história da gata borralheira que vira Cinderela sempre agrada, ou seja, por mais água com açúcar que seja, a digestão acaba sendo boa. 

Desbocados? Uns muito, outros nem tanto!

Mônica Iozzi chegou para ficar. Na Folha de São Paulo, os dizeres "Mônica Iozzi se destaca, mas Xuxa continua favorita do público e vence Prêmio F5" são pontuais. Mônica é uma excelente apresentadora, todavia, entretanto, mas, porém, contudo, ela não quer! Como assim? Ela quel sel atliz, só atliz! Pelde-se uma plomessa. Não faz isso não! Mônica, pol favor, fica! A gente de adola!
Xuxa é a favorita sim senhores! O seu programa não. Xuxa foi a número 1 no twitter, afinal, a cada sílaba que ela pronunciava vinham pérolas, verdades, irritação, desconforto com alguma situação ou alguém, ou seja, Xuxa estava impossível, no bom sentido e a Record estragou tudo. De ao vivo, o programa passou a ser gravado. "Xuxa Meneghel" não é lá essas coisas, mas ao vivo tinha fôlego. Caiu de vez. Lembram do último mês do TV Xuxa, Globo, 2014? Já pensaram o formato ao vivo? Menos ilariê e mais cabeças pensantes, ora bolas! E pode continuar como o menininho americano. Só queremos mais agilidade, mais comédia, mais entrevistas e mais Xuxa falando o que der na telha. Só isso. Custa?
Eliana não teve um bom ano. Perdeu para o Rodrigo Faro em quase 100% dos confrontos. Eliana nunca foi a minha preferida, mas tem garra. Lutou, desenterrou a apresentadora infantil e segue seu caminho muito bem. Polegar para baixo este ano.
Angélica ora gosto, ora não gosto. Ora acho que ela se faz um pouquinho, ora acredito em sua fala. Só não engulo as comidas na TV que ela não come. Ela apareceu nos comerciais comendo salsicha, mas não come filé mignon no seu programa. Estranho!
Fernanda Lima eu gosto no "Amor & Sexo" e como a Globo não exibiu o programa em 2015 considero um ano demasiadamente tenebroso para ela. Aquele "Superstar" é chato de doer. Ainda mais com o purgante do Mocotó. Ninguém merece! 
Sabrina foi bem na audiência, mas como apresentadora tem muito chão pela frente. 
É sempre muito bom se encontrar com a Fátima Bernardes. Ela é a apresentadora mais completa da Globo. A Ana Maria Braga segue o mesmo modelo de programa há mais de quinze anos e agrada. O que não dá para entender é a turma do "É de casa". É muito ruim. Cissa Guimarães, Tiago Leifert e Patrícia Poeta estão bem, mas as pautas não convencem, bem como André Marques, Zeca Camargo e Ana Furtado, que como disse Sônia Abrão "Chatos!". Tiago, aliás, é muito melhor no "The Voice Br", mesmo o reality atravessar uma temporada sem sal e sem açúcar. Titi, fuja dos sábados! Logo! Já!
Ticiane Pinheiro e a Anna Hickmann nunca gostei. Da Chris Flores sim. A Chris, aliás, tem a mesma opinião sobre a Anna. 
Regina Casé não anda lá muito contente. Geralmente, fica em segundo, terceiro, quarto (ops! não, em quarto é demais né?). A Globo lançou A Escolinha e agradou. Regina sai do ar em janeiro. A promessa é que o "Esquenta" volte em agosto. Tomara que caia! 
Sônia Abrão não agrada todo mundo, mas é uma das maiores audiências da Rede TV. Fatura bem. Só que nem sempre é imparcial. 
Luciana Gimenez melhorou muito. E como melhorou! O marido dela, o Marcelo de Carvalho, é muito bom como animador. Eu assisto o "Mega Senha" sempre que consigo. Sério!
Rodrigo Faro representa. Me desculpem, mas é sempre muito bonzinho, prestativo, sempre carismático e com todas aquelas qualidades. Só que todas em demasia. De duvidar.
Geraldo Luís, péssimo!
Faustão é querido. Fala sempre muita verdade, principalmente sobre o governo. Que continue assim.
Gugu é mais do mesmo. Promete novidades. Então tá!
Marcos Mion é divertido. Luciano Huck muito marqueteiro. Ambos têm um jeito muito parecido de conduzir seus programas. 
João Kléber é uma vergonha. Assisti-lo é ainda pior, e com a Christina Rocha a recíproca é verdadeira.
Patrícia Abravanel é um tanto chata, mas só um tanto.
Do Ratinho, eu sempre gostei. Mesmo ele falando besteira de vez em quando, mesmo ele apelando por uma audiência fácil, mas ele é engraçado. 
Sobre o Raul Gil não preciso enaltecer nada nele. Ele mesmo já se intitula muito bom. P.S.: ele é!
Fala, garoto! Serginho Groisman comanda o melhor programa de auditório da TV na atualidade.
Fábio Porchat e Tatá Werneck têm química. 
Otaviano Costa ora gosto, ora não, ainda sem nenhuma opinião. Pode isso, Arnaldo?
Celso Portiolli é sempre o mesmo. Não é uma crítica, bem como não é um elogio.
Para terminar, Silvio Santos. Silvio Santos é unânime. É a Xuxa de calças. Vou inverter. Xuxa é ele de calças! Piada sem graça. Adoro os dois. Xuxa, óbvio, ao vivo. Muito melhor.

Faltou alguém?