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domingo, novembro 08, 2015

I Love Paraisópolis, último capítulo



I love Paraisópolis começou com tudo. Parecia que ia se tornar aquele fenômeno que há tempos não se vê na Globo. Ficou devendo. Acumulou uma média de 24 pontos. O que não é ruim, mas longe dos 29 iniciais. Enfim, antes de comentar o último capítulo, 10 tópicos sobre os atores e suas respectivas atuações. Sobre o Caio Castro, dou a minha mão a palmatória, mais uma vez:
  1. Caio Castro me empolgou. Melhor personagem da novela foi o dele. Grego é o divisor de águas na carreira do ator. Me surpreendeu.
  2. Maria Casadevall com Caio Castro. Melhor par romântico da novela. Maria é ótima atriz. Margot foi além de Patrícia (Amor à vida, 2013). 
  3. Lima Duarte como Dom Peppino. Impagável.
  4. Letícia Spiller. No início falei que a atriz ia me conquistar como Soraya. Não deu outra.
  5. Frank Menezes, o mordomo Júnior. Boa química com Letícia.
  6. Henri Castelli. Atuação ruim, como de praxe.
  7. Destri & Bruna. Casal meia-boca. Convenceram, mas perderam espaço pro casal 20 da novela. Nem preciso dizer quem foi.
  8. Werneck, mesmo não entendendo uma palavra, gostei.
  9. Jávai (Babu Santana), Melodia (Olívia Araújo) e Omara (Priscila Marinho): fizeram a diferença.
  10. I love foi uma novela gostosa de se ver, boba, ingênua, divertida, mas só.
Sobre o último capítulo: não gostei.

  1. O casal Mariben teve trigêmeos. 
  2. O casal Gregot teve um filho. Margot já tinha Maria com Ben.
  3. Grego saiu da prisão modificado.
  4. O que foi a cena da morte de Dom Peppino e Gabo? Tenebrosa!
  5. Danda grávida foi engraçado.
  6. Enfim, não teve muita coisa neste último capítulo. Foi morno, bem água com açúcar.
A prévia do último capítulo foi de 26 pontos, dois a menos que o capítulo derradeiro de Alto Astral, sua antecessora.




sábado, novembro 07, 2015

A regra do jogo estreou como sombra do fenômeno Avenida Brasil, viu a audiência despencar e agora busca sua própria identidade (antes tarde do que nunca)

A regra do jogo veio com a missão de recuperar o horário nobre da Globo e até agora, tirando o primeiro capítulo, nenhum deles somou 30 pontos ou mais. O primeiro marcou parcos 31. Também pudera: A regra do jogo estreou sendo uma sombra de Avenida Brasil. Dançou. A turma do Feliciano não é a mesma coisa que a turma do Tufão, apesar de copiar descaradamente. Atena não é a Carminha, mesmo a personagem da Giovanna Antonelli ter me conquistado. E a turma da favela em nada se compara a Suellen e cia. Aliás, é a turma da favela que estraga a novela. Susana Vieira, Juliano Cazarré e etc. são uns chatos. De bom teve a Cássia Kis. No entanto, Cássia já saiu de cena. Tony Ramos está bem. Cauã, por incrível que pareça, cresceu muito como ator. O Pigossi, novamente muito bem. Vanessa e Nero têm boa química, o romance policial, envolto a muito mistério vai dar muito pano pra manga, mas ainda assim, não gostei de A regra do jogo. O tema de abertura é um nojo, tinha que falar disso, me desculpe a Marrom, mas é cansativo. E o lance de parecer um seriado não me apetece. É isso, A regra do jogo não tem cara nem jeito de novela.
A regra do jogo enfrenta o fenômeno dos Dez mandamentos. A trama da Record é bem construída, mas muito didática, e eu também não gosto da encenação teatral, e vendo as contratações para a nova novela vejo que a Record não vai ter problemas em sua próxima empreitada nesta questão. Enfim, não tira o valor do folhetim bíblico. O público cansou das novelas ditas mais reais?
Pode ser que sim, visto o sucesso do cartaz das seis. Romance sempre agrada. Contudo, bato na tecla das favelas. Toda novela é o mesmo assunto: traficante, morro, funk, vulgaridade... Lado a lado, Duas Caras, Babilônia, I love, A regra do jogo, todas beberam dessa água. Enfim, o que estraga é isso na novela das nove, ou dez. A história policial é interessante. Gosto de suspense. 
E a tal da Amora Mautner, será que é osso duro de roer mesmo? Gostava dela como atriz em Vamp, de 1991. Quem lembra?
Resumo da ópera, a atual trama de João Emanoel Carneiro não me fisgou. E eu que pensava que esse dia nunca chegaria.

quinta-feira, novembro 05, 2015

Além do tempo, segunda fase


A primeira fase de "Além do tempo" foi espetacular. Irene Ravache foi a grande estrela da novela, seguida pelas ávidas Paolla Oliveira, Alinne Moraes, Julia Lemmertz, Nívea Maria, Louise Cardoso, Ana Beatriz Nogueira, Dani Barros, Carolina Kasting etc. Foi um encontro de bons personagens defendidos à altura por bons atores. Da ala masculina, Rafael Cardoso liderou. Esteve muito bem. Começou a segunda fase: uns estranharam, outros adoraram. A questão é que depois de uma primeira parte primorosa, todos querem mais, muito mais. O elenco é incrível, não há sequer uma atuação ruim. Aos poucos as situações vão se desenrolando, como no começo da primeira fase. O amor de Lívia e Felipe está em xeque, afinal Melissa voltou boazinha e já demonstrou amar o marido, bem ao contrário da última encarnação, embora eu acredite que Melissa poderá se mostrar mais ao longo do tempo, possibilitando maiores chances para o casal 20. Quanto aos capítulos mais lentos, de fato houve uma queda de ritmo, mas nada que prejudique, pois não deixam a sensação de tempo perdido, como acontece com I Love Paraisópolis e A Regra do Jogo.
A fotografia continua linda. A trilha sonora é outro ponto positivo, principalmente o tema instrumental de Felipe e Lívia. Os diálogos são de muita leveza e emoção. Os atores continuam dando um show de interpretação. É a melhor novela do momento. Há muitos mistérios a serem desvendados. Irene Ravache continua brilhando, Ana Beatriz vem na cola, Julia Lemmertz, Louise Cardoso, Nívea Maria, e lá vou eu repetir as boas atuações. Muito legal Vitória depender de Zilda na atual fase. Para quem duvida do ditado "aqui se faz, aqui se paga" é uma lição. No entanto, a autora Elizabeth Jhin deve cuidar de uma única coisa: da forma que as tramas estão se desenrolando, a sensação que dá é que todo o sofrimento se deve ao que você fez em sua vida passada e o que sabemos, não é bem assim. Há o livre arbítrio. Nunca poderemos nos conformar com bandidos, assassinos etc. e não podemos achar que se perdemos alguém por conta disso estamos só acertando as contas com Deus. Friso: não é bem assim.
Uma coisa que eu temia, era de as crianças começarem a gritar com os adultos e ficar por isso mesmo, como já se viu em várias novelas, algo muito próximo do mundo real também. Mas gostei da Rosa repreendendo sua filha malcriada, dizendo que ela era sua mãe e não sua coleguinha, é isso aí, pais têm que ser pais.
  1. Gema não merece aquele marido.
  2. Vitória tem que saber logo que é mãe de Emília.
  3. Lívia não pode ser amante de Felipe. Que mocinha é essa?
  4. Que mocinho é esse?
  5. Melissa como vilã já, não quero continuar tendo pena dela.

 Nem todos os personagens se encontraram, boas-novas para a segunda fase de Além do Tempo. Com certeza, um clássico.

segunda-feira, novembro 02, 2015

Livros

No dia 1º de janeiro de 2015 prometi a leitura de um livro de Maitê Proença (Todo Vícios). Estamos em novembro e até agora nada. Tenho dois meses. Muita calma nessa hora. Quis começar novembro desta forma: sem briga de Chimbinha com Joelma (argh!), de Sílvio Santos com Xuxa, choro de Gisele e etc. Sobre a nova fase de Além do tempo, os últimos capítulos de I Love e a virada de A regra do jogo, aguardem. Livros, os li, muitos e quero compartilhar com vocês. Posso?

Ambrose Young é lindo — alto e musculoso, com cabelos que chegam aos ombros e olhos penetrantes. O tipo de beleza que poderia figurar na capa de um romance, e Fern Taylor saberia, pois devora esse tipo de livro desde os treze anos. Mas, por ele ser tão bonito, Fern nunca imaginou que poderia ter Ambrose... até tudo na vida dele mudar. A resenha de "Beleza Perdida" é essa. De Amy Harmon, um outro livro da autora ainda não foi traduzido para o português, e acreditem, ela é muito boa. Por ora, ri, me diverti (mesmo), torci, chorei. Chorei bastante. 

"Um caso perdido", por Colleen Hoover. Sabe aquela frase que dizem que às vezes é preciso se perder para se encontrar? Pois bem, esse é o caso de Sky. Sky foi proibida pela própria mãe de usar telefones, internet, assistir TV, ir à escola. Foi assim até os dezessete anos. A jovem convenceu sua mãe e foi permitido os estudos. E a "vida real" não tinha lá tantas flores. Até Holder aparecer em sua vida. Um garoto intenso e que sempre faz ter a sensação de que tudo pode mudar de uma hora para outra. A princípio, ela não sabe o quanto isso é verdade, mas quanto mais ela o conhece, mais ela percebe que ele não só é um caso perdido, como também, um caso no qual ela quer se perder. Ele transmite tanta intensidade, que se perder na aventura que seria descobrir os segredos dele não parece uma escolha, mas sim a única saída. E é justamente o que Sky faz. Ela mergulha de cabeça em uma relação com Holder por mais que não entenda como ele consegue tirar dela tão mais do que ela foi capaz de dar para qualquer outro garoto que já tentou entrar em sua vida. Sensível, gostoso, surpreendente. 

"O diário de Anne Frank" (por Otto H. Frank, seu pai e Mirjan Pressler). Ela tinha apenas treze anos e viu sua existência sofrer uma transformação radical. O diário é real, foi escrito por ela durante a Segunda Guerra Mundial e além de embarcar nos sonhos e nas travessuras da apaixonante e endiabrada Anne, é uma leitura que nos faz refletir de como o ser humano pode ser mau. Com Anne me aprofundei na história do nazismo, de Hitler e senti raiva de todos os que mataram mais de seis milhões de judeus. Assisti "A lista de Schindler", produção de Steven Spielberg e o próprio "O Diário de Anne Frank", de 1959, e ambos me emocionaram. A guerra na Síria e todos os inocentes mortos, a Europa fechando as portas. 2015 nunca esteve tão próximo dos anos 40. 
"Um lugar para o amor", por Sherryl Woods. Em um dia de frio, o carro de Maggie resolveu não funcionar bem em frente ao bar Ryan’s Place, de Ryan Devaney e é neste momento que ela precisa entrar e pedir ajuda. Lá dentro, no calor das cervejas e da boa comida irlandesa, está o padre Francis, que resgatou Ryan de uma vida de crimes e mais confusão. Depois de uma boa dose de conversas e devaneios, o padre Francis convence Ryan de levar Maggie até sua casa em segurança. Vocês podem imaginar o que vem depois? Acredite, você vai curtir a história de amor dos dois.


Abbi Glines, autora de "Paixão sem limites", "Tentação sem limites", "Amor sem limites", "Estranha perfeição" e "Simples perfeição". Conta a história de Blaire, Rush, Grant, Woods, Nan, Jimmy, Betty, Jace, Della e Harlow. Eu li os cinco. Fascinantes. E tem continuação, vem aí a série "Chance". Para quem curte algo mais jovial, com uma pitada mais picante, os livros de Abbi são tudo isso e um pouco mais. Gostosos de ler e excitantes. Dá aquela impressão de que estamos vendo um seriado. 

"Uma curva no tempo", por Dani Atkins. Duas histórias diferentes podem levar ao mesmo final feliz? Às vésperas de saírem da cidade para a faculdade, Rachel Wiltshire e seus amigos sofreram um terrível acidente. Durante o jantar de despedida do grupo, um carro desgovernado atravessou a vidraça do restaurante onde estavam. Rachel escapou por pouco... Na verdade, ela deve sua vida a Jimmy, seu melhor amigo, que se sacrificou para salvá-la. Cinco anos mais tarde, todos do grupo estão prestes a se reencontrar para o casamento de Sarah. Bem, quase todos. É com muita dificuldade que Rachel se convence a prestigiar a amiga, pois sabe que, para isso, terá de enfrentar os fantasmas do passado. Principalmente a culpa pela morte de Jimmy. Com a vida destroçada, o rosto desfigurado por uma grande cicatriz e sofrendo de constantes dores de cabeça em decorrência do acidente, Rachel se obriga a encarar os fatos e vai ao cemitério visitar pela primeira vez o túmulo do amigo. Ao chegar lá, sua dor se intensifica a tal ponto que ela acaba desmaiando. Quando acorda no hospital, Rachel fica surpresa: seu pai parece estar curado do câncer que o devastava, Jimmy está vivo e Matt – seu ex-namorado – alega ser seu noivo. Sem entender o que lhe aconteceu, Rachel tenta convencer a todos de que nada daquilo pode ser real, mas os médicos apenas a diagnosticam com amnésia. Desesperada por respostas, ­Rachel precisa primeiro decidir se vale a pena tentar voltar para a vida que conhecia e que, no fim das contas, era muito pior do que a que ela tem agora... Indicado para quem gosta dos livros de Jojo Moyes. Dani Atkins reservou um final previsível, mas que não poderia ter sido diferente.

"Violetas na Janela", por Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho (ditado pelo Espírito Patrícia). É um livro com uma temática mais religiosa. Pode ser considerado um livro de autoajuda. Lendo "Violetas" me senti mais humano, querendo ajudar mais e brigar menos. 




E, por fim, Jojo Moyes. A autora é incrível. Li dois livros dela: "Como eu era antes de você" e "A garota que você deixou para trás". Ambos em menos de uma semana. Já pesquisei sobre a autora e vou me apossar dos outros títulos dela, logo, logo!

E "Todo Vícios", sim, eu quero ler. No entanto, espero que entendam, caso não fechá-lo até o último dia de dezembro. É que as opções vieram aos montes e a minha leitura parece ter encontrado o momento certo para cada situação que vivenciei durante o ano. A sua hora vai chegar, tem que chegar.

Boa leitura para os que resolveram me dar um crédito. Valeu...