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terça-feira, outubro 20, 2015

Yoná

A morte da atriz Yoná Magalhães.
Em A Próxima Vítima, no ano de 1995, jurava que a Carmela Ferreto (Yoná Magalhães) fosse a serial killer, era boazinha demais, sempre engolindo sapos, sofrendo calada e me enganei: ela era aquilo mesmo e como gostava daquele personagem. Tinha também a Tonha (Yoná Magalhães) de Tieta, esta de 1989, vi a reprise em 1994. Mulher submissa, mas que se revelou uma guerreira. Adorava. Na reprise de Meu Bem, Meu Mal em 1996 (a novela é de 1991) a fogosa Valentina Venturini (Yoná Magalhães). Anjo de Mim era Yvete (Yoná Magalhães) com y mesmo. Fofoqueira de marca maior. Em 1996. Em 1995, a Band reprisou algumas novelas, dentre elas Os Imigrantes, de Benedito Ruy Barbosa e Cavalo Amarelo, de Ivani Ribeiro, as duas com Yoná Magalhães e a última com Dercy Gonçalves. Um barato. Não esquecendo, é claro, de Dona Flaviana (Yoná Magalhães), de Senhora do Destino (2004), a sogra do José Wilker. Yoná, Yoná, Yoná! Fez parte da minha vida e hoje partiu para o andar de cima. Sinceramente, não gosto quando artistas como ela vão embora. Senti isso com Miriam Pires, Hebe, José Wilker, Raul Cortez, Betty Lago, Paulo Goulart, Elias Gleiser, Nair Bello e agora a Yoná Magalhães, aos 80 anos. 
Enfim, triste com a notícia. Bem triste mesmo.







Crítica: Xuxa Meneghel (Das dez edições do programa, três foram imperdíveis)

Programa "Xuxa Meneghel" está longe de ser bom, mas três das dez edições já apresentadas dão condição para Xuxa reerguer sua carreira, que andava ruim desde a Globo. E mais: foi bom sim a Xuxa ter ido para a Record, falta apenas seres mais pensantes e deixar para trás o Show da Xuxa e investir em convidados, entrevistas bombásticas e um conteúdo mais caprichado. 
Xuxa Meneghel chega a décima edição e vai mal das pernas: falta a Xuxa menos Show da Xuxa e mais coisas interessantes. De dez gostei de três. E destes três, gostei muito! São eles: a participação da Ivete Sangalo, um show à parte, porém, ambas anunciaram uma conversa picante depois da meia-noite, e não teve! Ficou devendo. O dia em que Preta Gil, Mara Maravilha e Thammy Miranda dividiram o sofá de Xuxa e foi ali que Xuxa mais se aproximou de Hebe. Foi natural e gostoso de ver e o último com o Marcos Mion: bem engraçado. Mionzinho de Xuxinha foi outro ponto alto.
Não é segredo para ninguém o quanto Xuxa é bem vista pelo blog, é sim a melhor apresentadora, e o jeito de se comunicar dela é inigualável: mas Xuxa, a Xuxa que eu tanto adoro esteve um tanto perdida nos outros sete. Culpa da emissora, da direção, da produção, dela, sei lá, mas faltava tudo, se via de tudo, menos um bom programa de entretenimento. Enfatizo: os três aqui citados estiveram perfeitos. Xuxa é um ícone, e por quase trinta anos esteve na Globo e lá os melhores profissionais estavam a seu dispor, sempre, muitas cabeças pensantes, claro, o grande problema foram os últimos dez anos, salvo alguns momentos. Xuxa estava escondida na Globo. Enfim, que bom que mudou. É bom mudar. Mas a rainha tem que colocar os pés no chão e seguir em frente. Sem medo, receios, ou qualquer outra coisa ruim que possa atrapalhá-la. Precisa de assistentes de palcos, repórteres exclusivos, Nanny People é indispensável. Fez a diferença nas vezes que esteve no programa.
Xuxa ainda teve que enfrentar um boicote. Daniel, Luan Santana, Gusttavo Lima, só para citar alguns exemplos, estão proibidos de pisar no palco dela. Ivete fez isso e está sofrendo as consequências. Palmas para a corajosa Ivete. 
Ou seja, Xuxa tem que multiplicar seus pães e entreter. E se com Preta Gil, Mion e Ivete foi muito bem, quer dizer que tem tudo para dar certo, o que não dá é ter o Fábio Porchat um programa inteiro e não aproveitar nada. 

Leio muito sobre o que falam dela e dizer que ela está fadada ao fracasso não me apetece. Vai Xuxa, acontece! Sem Ellen, Silvio, Hebe, Chacrinha, seja só a Xuxa, a Xuxa, a rainha. 

sexta-feira, outubro 09, 2015

Mara Maravilha é uma mistura de Alexandre Frota (Casa dos Artistas) com Tina (Big Brother) e começa a fazer história na Fazenda

Reality show? Big Brother? Até o número cinco gostei muito, e do dez bastante. Depois, não mais. A fazenda? Nunca gostei, até a MARA MARAVILHA. Mara lembra a Tina, do número 2 da GLOBO, assumiu a posição de vilã, é debochada, se sente a gostosa assim como a Nazaré (Renata Sorrah), é ácida e conseguiu o que queria: atraiu a atenção para ela, é o Alexandre Frota de saias. TODOS dentro da fazenda a odeiam e TODOS têm medo dela. Mara não pode sair, é a peça-chave para o reality não cair no marasmo. 
Se Mara é assim na vida real, se faz parte do jogo dela para vencer, não faz mal, eu tô carente, mas... (eu não fiz isso, ha-ha-ha). Ou seja, está autêntica e está fazendo história.
Enfim, por mais que suas atitudes a intitulam como a malvada, é a única que não fala pelas costas, diz o que acha na lata. Passa por grossa, louca e o escambau, bem diferente dos outros, que se declaram apaixonados uns pelos outros e cinco minutos depois mostram que não se amam tanto assim, mas claro, por debaixo dos panos.

Mara sincera, fala o que pensa, doa a quem doer.

Em tempo: Justus é bem melhor que o Brito, mas nem de perto chega aos pés do Bial. Que coisa, não?

segunda-feira, outubro 05, 2015

Novela das seis da GLOBO vai ter um salto no tempo: 150 anos. Portanto, a atual história de Lívia (Alinne Moraes) se passa em 1865. Mas não existem escravos na novela. COMO ASSIM?

A novela das seis da Globo vai dar um salto de 150 anos. Seguindo esta lógica, a atual fase de "Além do tempo" circula em 1865, certo? Sendo um telespectador assíduo da trama, percebo que a autora dá a entender que a história se passa um pouco depois da abolição da escravidão, mas a Lei Áurea foi assinada em 1888. Ou seja, as contas não estão batendo. Elizabeth Jhin, direção, Globo, público, professores de história, de matemática, alguém para elucidar este problema. Sério, alguém tem a resposta?