BLOGGER TEMPLATES AND TWITTER BACKGROUNDS

sábado, maio 30, 2015

||| Clipe de lançamento: Verdades Secretas


Verdades Secretas, de Walcyr Carrasco, que eu nunca gostei muito, mas não é que a história parece ser boa. Confiram o clipe de lançamento:

domingo, maio 24, 2015

Adriana Esteves consegue desvencilhar Inês de Carminha e caminha lado a lado (tão deslumbrante quanto) com Beatriz (Glória Pires)

Seu nome é Adriana Esteves, uma linda atriz de 45 anos. Putz! E o tempo passa. Hoje, em Babilônia, é mãe de Sophie Charlote, no início dos anos 90 era ela quem escutava os assovios (fiu-fiu) dos cuecas de plantão. E era uma gata mesmo. Está envelhecendo bem. Mas é de Inês que quero falar.
Inês começou sendo comparada a Carminha, maior sucesso de Adriana em novelas, mas passado quase três meses é notável a diferença entre as duas. Inês não é vilã. É alguém comum que por conta de um desejo de vingança corrompe os próprios princípios para ver quem "estragou" sua vida se dando mal, é uma neurótica mal amada que culpa Beatriz por ter tudo o que sempre quis e não conseguiu, assim, bem simples. 
Claro que Babilônia enfrenta a pior audiência da Globo no horário nobre, e infelizmente, não dará tempo para reverter o quadro, ainda mais que ela, ao que parece, foi encurtada (termina no final de agosto, buá!), claro!, se desde já, os números pulassem de 26 para 46, tudo mudaria, mas sabemos que isso é algo praticamente impossível de acontecer. Concordo também que mexeram em sua estrutura, e assim sendo, perdeu sua identidade, mas querem saber, não estou disposto a deixar a novela. Nem um pouco. Com todos os cortes, com todas as chatices de Regina (Camila Pitanga, Deus do céu, haja paciência!), com gay que virou hétero, tudo para se adequar ao conservadorismo do Brasil, muita preguiça pra isso, com prostituição que não apareceu mais e com as mortes dos personagens de Bruno Gagliasso e Sophie Charlote sendo decretadas, gente!, ainda assim sou um consumidor assíduo das críticas-sociais aos montes e dos inteligentes diálogos. Fora as ironias da Beatriz (Glória). Hilária! Ops! Hora de voltar ao assunto principal.
Inês era uma mulher apagada. Se sentia um cocô (literalmente!) e hoje desponta com cores vivas, cabelo bem cortado, roupas elegantes, ou seja, virou outra mulher: um mulherão! Apenas o preconceito não melhorou. Ela tem ótimas tiradas, digo ótimo no sentido de "acorda Brasil", (é isso mesmo?), negros, pobres, eles realmente não têm vez?
Adriana, que vinha sendo engolida por Glória, e tinha que ser daquele jeito, a personagem pedia isso, hoje caminha lado a lado, tão deslumbrante quanto. E Adriana personifica mais um grande papel para sua carreira, claro!, igual Carminha, talvez um dia? Mas está ao lado da Sandrinha (só no sapatinho), Catarina (com Petrucchio), Lola (com Esteban) e Celinha (ai, a D. Álvara está vindo aí?).
E para quem pensa que é só isso. Vem mais! Hérson Capri entrou na trama para bater de frente com ela e estão falando que a mesma vai ser condenada pela morte do motorista. F... Mas para uma atriz como ela é mais um show de interpretação que está por vir. Né não?

Em tempo:  Inês imitando a Beatriz (Glória Pires) é de uma graça só. 

sábado, maio 23, 2015

Globo 50: especial novelas das sete, com todas as audiências desde Bebê a Bordo, de 1989.

Há pouco falei das novelas das oito (ou nove!), apenas, claro, as que eu acompanhei, pois bem!, chegou a vez das novelas das sete, que são as que eu menos gosto, no geral, pois a maioria são comédias românticas, chatinhas, sem graça, sem sal, tal & qual a nova I Love, que está indo muito bem na audiência, por sinal. 26 pontos em duas semanas no ar, meio ponto a mais que Babilônia, a das nove. Sobre isso, não sei mais o que dizer.
Bebê a Bordo, do lendário Carlos Lombardi, por muitos anos o rei das sete, e com ele pouco romantismo e muita comédia. A trama que acumulou 50 pontos assisti em sua reprise, de 1992. Seguida por Que Rei Sou Eu? de Cassiano Gabus Mendes. Desta lembro vagamente. Com 52 pontos. Top Model chegou logo depois e foi o maior sucesso de Antônio Calmon, saudades deste autor. 53 pontos. Mico Preto tinha uma abertura linda. E só. 51 pontos. Porém, Lua Cheia de Amor conseguiu ser pior. 45 pontos.
Mas em 1991 chegava VAMP, do Calmon e a lista de personagens inesquecíveis é enorme: Natasha, Jonas, Vlad, Lipe, Carmem Maura, Matoso, Mary, Matosão, Matosinho e etc etc. Era uma novela infantil, estilo Chiquititas hoje, abocanhou 40 pontos. Seguida pelas ótimas Perigosas Peruas, de Lombardi, 38 pontos, e Deus nos Acuda, de Silvio de Abreu, 39. O Mapa da Mina foi a última novela de Cassiano Gabus Mendes e apesar das críticas, também pudera, concorria com Mulheres de Areia e Renascer, eu gostei! Gosto de comédias. Teve 42 pontos. Olho no Olho, de Calmon, 44 e em 1994 estreava uma das novelas mais lindas da história da Globo: A Viagem, de Ivani Ribeiro, talvez a mais vista por todas as gerações, foi reprisada inúmeras vezes e a quem assistiria outras vezes (eu!). Teve 52 pontos. Um marco. Seguida pela adorável Quatro por Quatro, a melhor novela de Carlos Lombardi, a novela do Raí, do Bruno, do Ralado, da Abigail, da Babalu, da Tatiana, entre outras. Somou 43 pontos nos nove meses em que ficou no ar.
Cara & Coroa tinha como ponto de partida sósias que trocavam de lugar e teve Christiane Torloni perfeita. Marcou 40 pontos. Vira-Lata, de Carlos Lombardi, não repetiu o sucesso de Quatro por Quatro e amargou 35 pontos. Mesma pontuação de Salsa & Merengue na estreia como autor de Miguel Falabella. Seguida pela insossa Zazá, de Lauro Cesar Muniz. Nem Fernanda Montenegro salvou a novela dos míseros 31 pontos (era muito ruim para a época). Corpo Dourado, de Antônio Calmon, outro que frequentava muito o horário voltou com tudo, 37 pontos. Meu Bem Querer, 33 pontos (Ricardo Linhares), Andando nas Nuvens, 33 (Euclides Marinho) e Vila Madalena, 32 (Walter Negrão). 
Nos anos 2000 estreava Uga-Uga com Cláudio Heinrich no papel principal. Foi um sucesso. 38 pontos (ops! de Carlos Lombardi). Antonio Calmon se reinventava com Um Anjo Caiu do Céu (34). Depois Silvio de Abreu quis mudar o jeito de fazer novela. Se estrepou. A batalha das filhas da mâe no jardim do Éden, ou só As filhas da mãe, marcou parcos 28 pontos. Desejos de Mulher (Euclides Marinho) trouxe Regina Duarte e Glória Pires como protagonistas. Não foram contempladas com bons papéis, mas a trama abocanhou 33 pontos. José Wilker, Silvia Pfeifer e Alessandra Negrini roubaram a cena.
E a vampiro-mania marcou a infância de muita gente, agora com O Beijo do Vampiro, ótima novela de Calmon. Média de 28 pontos. Seguida por Kubanacan, com Carolina Ferraz, Adriana Esteves e Nair Bello impagáveis. Ainda me recordo aos risos com as três escutando novelas no rádio. De Carlos Lombardi (35 pontos). E em 2004, Da Cor do Pecado fazia a estreia de João Emanoel Carneiro em novelas. E fez bonito: 43 pontos de média, a maior desde Quatro por Quatro, de 1995.
Depois Miguel Falabella fez A Lua Me Disse (34), Antônio Calmon Começar de Novo (31) e Mário Prata Bang Bang (27). Carneiro trazia Cobras & Lagartos e conquistava 38 pontos de média.  Seguido por Carlos Lombardi com o Pé na Jaca (literalmente!), a trama teve 30 pontos. Beleza Pura e as gargalhadas de Ísis Valverde com 28 pontos. A trama foi escrita por Andréa Maltarolli, a única da autora. Sete Pecados marcava a chegada de Walcyr Carrasco, o rei do horário das seis nos anos 2000. Que ficasse naquele horário. Sete Pecados é (foi) horrível. Com 30 pontos. A partir de agora é um festival de horrores no horário: Três Irmãs (Calmon e sua pior história, 24), Caras e Bocas (do Walcyr, eu não disse que ele funcionava melhor às seis, com 31), Tempos Modernos, de Bôsco Brasil, 24. A adaptação das novelas Ti ti ti e Plumas & Paetês devolveram ao horário a sua dignidade. Reescrita por M. Adelaide Amaral, Ti ti ti, optou-se pelo primeiro nome, foi um sucesso de público e crítica: abocanhou 30 pontos. Logo Walcyr emplacava Morde & Assopra, que foi ruim no início, mas deu a volta por cima e terminou bem: também com 30 pontos. Aquele Beijo em mais uma tentativa de Falabella fracassou: 25 pontos e o sucesso Cheias de Charme fez pular para 30 novamente. Guerra dos Sexos, que eu gostei, marcou 23 pontos. É um remake de 1983 da trama de mesmo nome e autor, Silvio de Abreu.
M. Adelaide voltou com Sangue Bom, 25, seguida por Além do Horizonte (Carlos Gregório) e Geração Brasil (dos mesmos autores de Cheias de Charme, Filipe Miguez e Isabel de Oliveira), com 20 e 19 pontos, respectivamente, as piores do horário. Alto Astral, de Daniel Ortiz, recém-terminada salvou a lavoura e pontuou 22 de média final. Subiu três. 

De todas elas o posto de melhor novela das sete fica a cargo de Quatro por Quatro. Ficou no empate técnico com A Viagem (aliás, quase a coloquei no pódio), mas as lembranças de Abigail como Calpúrnia (Betty Lago), Tatiana como Maria das Dores (Cristiana Oliveira), Maria Auxiliadora como Nega Maluca (Savalla) e Babalu como Babalu mesmo (Spiller) fizeram a diferença.

Logo, as novelas das seis. Aguardem.



sábado, maio 16, 2015

I LOVE PARAISÓPOLIS, primeiros capítulos

Estreou na última segunda-feira a nova novela das sete da Rede Globo. Trata-se de I Love Paraisópolis, assinada por Alcides Nogueira e Mário Teixeira. O nome que beira o ridículo chamou a atenção: a trama é a mais assistida pelos brasileiros. Porém, não gostei. Sei que posso morder a língua, e juro! Quero morder a língua, mas a historinha não me apetece. De jeito maneira.
Primeiro é essa coisa de favela. Enjoou. Logo chamam o Antônio Fagundes para dar jeito. Segundo é a vilã que quer ferrar com os moradores a benefício próprio, muito Três Irmãs, é Letícia Spiller como Vera Holtz. Não desce. Por fim, o elenco é ruim demais.
Bruna Marquezine: gosto e não gosto. Oscila muito. O bibelô da Globo é uma fotografia linda, mas falta a ela mais papéis secundários para depois se firmar como protagonista, mesmo porque coadjuvantes são sempre melhores. Tatá Werneck eu gosto. Gosto dela como Tatá Werneck. Se o público entender isso é mais um sucesso. Tatá no novo Zorra. Ia dar caldo. Caio Castro? Preguiça. O protagonista Destri é bom. Letícia, mesmo caso da Bruna. Oscila basante, mas geralmente ela me conquista. Talvez pelos belos olhos azuis e por me fazer sempre lembrar da deslumbrante Babalu. Henri Castelli segue sempre canastrão e Alexandre Borges com Soraya Ravenle eu gosto. Maria Casadevall é bonita e boa atriz.
Os primeiros capítulos foram todos bem produzidos, amo a trilha sonora, gostei da abertura, só que é muito água-com-açúcar. Tipo de comédia romântica que não te traz nada de novo.
Por enquanto é uma novela de sorte, pelo visto, muita sorte. E claro, tomara que me ganhe. 

Sinistra? Nem tanto. A(MORTE)AMO não assusta, mas é muito boa

A série de terror A(MORTE)AMO da Rede Globo é muito boa. Não é assustadora, mas é levemente trash, com motes que aguçam a vontade de querer assistir, é uma obra bem feita, com bons atores, direção impecável, figurinos, cenários idem, bons diálogos e precisa. Mas apesar de todas as críticas a seu favor poderia ser um pouco mais assustadora. Ou partir para algo mais cômico. Enfim, ainda assim foi um acerto.
A noiva cadáver de Marina Ruy Barbosa, tenho um certo incômodo ao vê-la atuando, desde a fantasma de Amor à Vida, contudo, a mesma está indo bem. Johnny Massaro é um ótimo ator. Jackson Antunes dispensa comentários assim como a Letícia Linda Sabatella (está chegando aos cinquenta né?).
Gostei também da abertura. Aliás, em se tratando de aberturas apenas Babilônia fica devendo. A impressão de protetor de tela do Windows 98 da atual novela das nove é gritante: muito fraca.
Tratam Amorteamo ( Newton Moreno, Guel Arraes e Cláudio Paiva) como a primeira série de terror produzida pela TV Globo. Há controvérsias: ano 1995, pesquisem Casa do Terror, exibido aos domingos. Era horrível, lembro que durou poucas semanas, mas essa sim a primeira série de terror da Globo.
Guta Stresser, recém-saída de A Grande Família está incrível como Cândida. E o melhor, nem lembra ser a mesma intérprete de Bebel, muito bom.
A série conta com mais três episódios e é sim uma boa pedida para o fim de noite de sexta.

Faleceu

Quem foi criança no início dos anos 90 com certeza adorava Elias Gleizer, ops! deixa eu melhorar: ele era tão bom ator que qualquer um se apaixonaria por ele, porém, as crianças que o assistiram em Despedida de Solteiro, 1992, e Sonho Meu, 1993, sabem da dor de ver o vovô mais legal da teledramaturgia partir. Vovô Elias Gleizer, aos 81 anos, está no céu. 
Há pouco o vi ao lado de Bella Gil em seu programa de culinária no GNT, e ainda era gentil, educado, bonito. Saudades sempre.

Em tempo: Despedida de Solteiro, aliás, é a substituta de Tropicaliente no canal Viva. Vitório! Nunca vou me esquecer deste personagem. Lindo.

sábado, maio 09, 2015

Alto Astral, último capítulo

Trama simples de Alto Astral levanta a moral do horário das sete da Globo, pronto! está dado o recado. Não foi a melhor novela, tampouco foi a pior, ela foi redondinha. Bonitinha , só isso. Daniel Ortiz foi feliz na adaptação de um enredo planejado por Andréa Maltarolli (autora de Beleza Pura, em 2008, sua única novela e faleceu um ano depois). Linda sua homenagem à escritora ao inserir o sobrenome dela ao rancho. Foi fino. 
Vamos ao último capítulo:
Pepito e Samanta: a melhor coisa da novela toda. Gostei muito da Cláudia Raia no papel de mocinha em A Favorita, 2008, porém, como é boa em personagens cômicos! Samanta se iguala a Jacqueline de Tititi, 2010, outra fora de série na carreira da atriz. E todas as glórias para seu companheiro Conrado Caputo. Samanta, aliás, virou Rainha.
Resto foi o que podemos chamar de final clichê: de todos, a protagonista sendo raptada é o que mais me repugna. Não gostei, mesmo! Os outros, de boa. Todos os vilões foram castigados, Marcos (Thiago Lacerda, mediano em sua atuação) ficou louco e Úrsula (Sílvia Pfeifer) foi diagnosticada com câncer, cavernoma, o mesmo tipo de tumor cerebral não operável que fingiu ter durante anos para manter seu casamento. Assim, Maria Inês (Christiane Torloni) e Marcelo (Edson Celulari) ficaram juntos para sempre.
A cena final com Laura e Caíque foi emoção pura e lembrou um pouco as novelas de Manoel Carlos. 
Por fim, Natália Dill e Sérgio Guizé defenderam muito bem seus personagens, tão bem, mas tão bem que resolveram continuar o romance na vida real (risos). Não poderia perder esta piada (mais risos).
Enfim, faltou "um sei lá o quê" neste último capítulo: inverossímil a cena de Caíque salvando o irmão, mesmo o folhetim tendo esta pegada sobrenatural. Pouca paciência pra isso. 
Boa direção de Jorge Fernando, só para constar.
E segunda tem a estreia de I love, que pelo que andei notando nas chamadas, vai valer pelas músicas, ótimas!

sábado, maio 02, 2015

Crítica: Camila Pitanga como Regina é carregada de exageros de boa conduta que a afastam do público. Gilberto, Ricardo e João, os autores, Dennis, o diretor e Camila, a atriz, tem brio para melhorarem esta imagem

E lá se vão quase dois meses de Babilônia e a mesma continua patinando no Ibope, deu uma melhorada, há passos lentos, todavia, nada fica devendo em texto, interpretações e críticas-sociais. Porém, como acontece em toda novela, há os que se sobressaem e os que garantem o título de chatos de galochas, ouviu Regina (Camila Pitanga)?
Regina foi anunciada como o oposto de Inês (Adriana Esteves) e Bia (Glória Pires). E é! Com todo o exagero possível. Camila é ótima atriz, seu melhor papel em TV foi a Bebel (Paraíso Tropical), só que no atual cartaz das nove carregou demais numa personagem que precisava de um tom mais simplório. Menos é mais, no caso dela.
Todo mundo deveria ser como Regina. Em partes. Existe uma grande diferença entre pessoas de bem, que não se corrompem, mas me incomoda "a pessoa do povo" de como Regina é tratada. Bebe litros de cerveja, estoura com muitos por pouca coisa e põe tudo a perder quando o negócio é mais embaixo. Ok, está ali os defeitos da heroína-mor, só que tenho (e acho que não estou sozinho nessa) repulsa com gente que  só vomita regras. Argh! 
Por mais que Beatriz e Inês sejam inescrupulosas, ainda assim, as mesmas são humanas, tiveram motivos que as levaram a tomar caminhos tortos, claro, sem justificativas, só que é o que falta para que o público torça por Regina.
Camila Pitanga segura como ninguém uma protagonista, mas precisa recuar, numa novela onde Glória Pires e Adriana Esteves seguem com todos os holofotes, Camila precisa respirar fundo, se conter nos trejeitos vulgares e esperar o tempo certo para dar o bote. Quero torcer por Regina, mas desse jeito, não dá.
E que os autores e diretores a ajudem também, pois milagres só Jesus Cristo.
Em tempos de mocinhas mais fortes e espertas, Regina deveria copiar a Morena (Nanda Costa em Salve Jorge), mesmo sendo uma tapada (e mocinhas tem que ser tapadas mesmo), fazia-nos acreditar que daria a volta por cima. 

Salvem Babilônia, pra ontem.

Andei pensando: quem sabe um curso de etiquetas e transformar a Regina numa linda mulher (o público adora ver gente de bem se dando bem e dando conta do recado)? O Brasil é um país machista, talvez vê-la mais suave e feminina colocaria a personagem mais perto do público. É uma ideia.

E que tal Camila de cabelos curtos para a próxima fase?