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sábado, janeiro 31, 2015

A bunda de Paolla Oliveira

Segunda-feira, 26 de janeiro de 2015, quase 11 da noite. Felizes para sempre? Sim, com a interrogação mesmo, minissérie de 10 capítulos estreava na Rede Globo com ares de superprodução. E é. Uma trama bem amarrada, amoral e imoral, bem diferente do que estamos acostumados a ver na teledramaturgia nacional. Esqueça aquele par romântico perfeitinho, cuti-cuti e etc e tal. Felizes para sempre? traz a realidade nua e crua de muitos casais, fala de sexo, de quem gosta muito, pouco ou nada e as consequências disso. Casais em crise. Traição e falta de paciência com o outro e idem de respeito.
A história gira em torno de Cláudio, muito bem defendido por Enrique Diaz. Apesar de me parecer familiar, tanto seu rosto quanto a sua voz, não consigo lembrar dele em TV, mas que ganho vê-lo atuar. É excelente. Enfim, Cláudio é um poderoso empresário envolvido em esquemas ilegais e corrupção em Brasília, onde a história se passa. Ele é casado com Marília (M. Fernanda Cândido, muito bem no papel). Marília é tímida, submissa, calma, boa moça. Algo que lembre uma freira, em todos os sentidos. O oposto de Danny Bond, ou Simone, ou Denise (Paolla Oliveira). Mas antes de voltar todas as atenções para Paolla, vou citar Adriana Esteves, estupenda! João Miguel, Selma Egrei, Perfeito Fortuna, Cássia Kiss, Caroline Abras e João Baldasserini, ótimos.
Felizes para sempre? tem um texto aguçado, assim como todos os trabalhos de Euclides Marinho e uma direção certeira de Fernando Meirelles, o resultado é o que se vê todas as noites: um trabalho lindo. E é isso mesmo, ao homem, por mais que isso pareça chocante, sexo é muito importante, poucos não irão concordar, bem poucos. Acordamos pensando nisso e bobos que somos achamos que as mulheres são iguais. E algumas são, mas poucas, bem poucas. As mulheres querem amor, o de novela. Poxa vida, desde que se conhecem por gente, viam Milena & Nando, Matteo & Juliana, Ruth & Marcos, Diná & Otávio, Babalu & Raí e etc, e é óbvio que viver isso está no imaginário delas. E os homens também sonham com a mesma coisa, porém, com aquela "pegada" de filme pornô, nem que por de vez em quando. É natural. Aí está o segredo: ora um cede, ora o outro. Sem besteirinhas, sem ofensas. É difícil, mas ambos fazendo sua parte, a coisa tende a melhorar.
Paolla Oliveira vem de papéis medianos, nunca ruins, mas não espetaculares, e Denise é o oposto. Talvez o divisor de águas na carreira da atriz. E antes que eu descambe para outro lado, friso: é o grande papel da vida dela, até agora. Paolla, desculpe, mas você pediu. Desculpas nada, o que é bonito é para ser falado: que bunda é essa?
Desde que Cláudio avistou aquela linda paisagem, o nome da atriz não parou de ser clicado no Google: todos querem aquela imagem. E por mais que os mais puritanos escondam, como explicar o poder de uma bunda ao redor do mundo? Paolla, ou a bunda, no caso dela não, pois a moça é linda de morrer mesmo, já é a mulher mais desejada do Brasil, não resta dúvidas. Todos querem Paolla e todas gostariam de ser Paolla.
Felizes para sempre? é uma releitura de Quem ama não mata, dos anos 1980, do mesmo autor, todavia sem aquela vergonha da época onde tudo era mais contido, hoje estamos mais soltos e livres e se hoje uma bunda faz todo esse barulho, imagina se na época o autor tivesse essa coragem? Seria brutalmente atacado, podem apostar.
Felizes para sempre? segue para sua última semana de exibição e já pode se considerar um acerto. Linda mesmo, e reparem que eu já parei de falar da bunda da Paolla Oliveira. 

domingo, janeiro 25, 2015

A Viagem, último capítulo

Mulheres de Areia, A Gata Comeu, A Viagem, três grandes sucessos de Ivani Ribeiro, morta em julho de 1995, lá se vão vinte anos sem a melhor autora de todos os tempos. Da primeira lembro até de algumas falas nos inesquecíveis embates entre Raquel (Glória Pires) e Virgílio (Raul Cortez), meus personagens favoritos da novela das gêmeas mais famosas da TV. Mulheres de Areia eu sei de cor toda sua história, a assisti em todas as vezes que a Globo passou e assistiria novamente, com muito gosto. A Gata Comeu é outra que sempre vale a pena, mesmo! E A Viagem?
A saga de Diná (Christiane Torloni), Otávio (Antônio Fagundes) e Alexandre (Guilherme Fontes) foi reprisada pelo Viva, é a quarta vez que a história vai ao ar nas telinhas do Brasil e outra vez fazendo um enorme sucesso. Pudera! Foi a melhor novela espírita apresentada na teledramaturgia e olha que o assunto muito me interessa e Escrito nas Estrelas (2010), Anjo de Mim (1996) e Alma Gêmea (2005) foram muito boas.
Diná é o personagem mais parecido comigo, ela é mais cética, eu acredito em Deus, muito mesmo, mas às vezes fico estático perante os acontecimentos da vida. O porquê disso ou aquilo estar acontecendo. Diná é impulsiva, ciumenta, possessiva, enfim, cheia de defeitos, é humana, mas de um coração enorme, e por guardar para si tantos ressentimentos o mesmo não aguenta e ela morre. E não é que no outro lado da vida ela demora para entender que não está mais entre seus entes queridos. O reencontro com Otávio e com sua mãe são cenas de cortar o coração, de chorar mesmo, copiosamente.
Otávio é o ser evoluído, preparado pelo melhor amigo, um ser compreensivo e capaz de ajudar sem querer nada em troca. Otávio aprendeu tudo isso e foi o alicerce que Diná precisava para seguir em frente.
E por fim, Alexandre. O espírito do mal. Querendo vingança a qualquer custo destruiu lares, vidas e ao lado de Laura Cardoso protagonizou cenas que inspiravam um ao outro e nós aqui do outro lado, morríamos de raiva ou mesmo ríamos de algumas situações. Bravo! Guilherme em seu melhor momento da carreira, com certeza!
Ontem, 24 de janeiro, foi ao ar o último capítulo pelo canal Viva. E o folhetim de 1994 (é um remake do original de 1975, Tupi) segue muito atual e se porventura Globo, ou mesmo o Viva, quererem reprisá-la daqui alguns anos, é garantia de muita audiência, alguém duvida?
E a Globo Marcas que ainda não lançou nenhuma das três em DVD. 
A partir de segunda, 26, Pedra sobre Pedra, com Lima Duarte, Renata Sorráh, Adriana Esteves e Maurício Mattar nos papéis principais ocupa a vaga deixada por A Viagem. Uma ótima opção. 

sexta-feira, janeiro 23, 2015

Pagando bem que mal tem?

Salsicha fake? Angélica, que como Roberto Carlos, sempre foi vegetariana, causou o maior furor nas redes sociais esta semana e quem a assiste no Estrelas, seu programa na Globo, com certeza deve se irritar com a carinha de nojo toda vez que aparece qualquer comida que vai carne, porco ou frango (se não come, porque fazer a Ana Maria Braga na TV?), enfim, há quem jure que a salsicha que a loira da pinta mais famosa do Brasil abre aquele bocão para mastigar é de mentirinha. Pouco provável! Angélica é mulher de Luciano Huck e o mesmo não brinca em serviço, ou seja, eles faturaram cerca de 20 milhões, sim, você leu certo! 20 milhões de reais para estrelar o comercial da Perdigão.
Angélica ficou 27 anos sem comer carne, gente! 27 anos sem carne! O que é uma salsicha perto dessa bagatela, hein? Se eu fosse a Perdigão a obrigava a comer mais uma, só de raiva. Até porque a mesma diz adorar um cachorro-quente (sim, claro!). 

Em tempo: Pelo menos Angélica mordeu o pão com salsicha, né Roberto Carlos?

domingo, janeiro 18, 2015

Vejam porque ele mereceu morrer

Sobre a execução do traficante brasileiro na Indonésia:
Realmente somos um país sem vergonha na cara.

Nosso Governo deveria ser o primeiro a afirmar que respeita a soberania e as leis da Indonésia. Lá, pelo menos, as leis funcionam!

Nós é que somos o País do jeitinho, das leis que não pegam e de dois pesos e duas medidas.

Ele sabia o que estava fazendo e para onde estava indo e pagou o preço.

O Brasil deveria usá-lo como exemplo de punição e não como mártir do tráfico internacional. 

E tem gente que ainda se compadece com a morte dele. Ah se a lei aqui no Brasil fosse 1/3 que é lá. Para mim bandido bom é bandido morto e pronto!
Daí vem o sr. Luciano Huck, renomado apresentador da Globo, e diz que estamos vivendo no tempo medieval (argh!), ou seja, vivemos inseguros o tempo todo, morremos todos os dias por conta desses "fdp" e ainda temos que tratá-los a pão-de-ló. Mereceu o final que teve.

Direitos humanos para humanos direitos. 


"Há muito tempo tem me incomodado um certo benefício a que têm direito todos os criminosos que, de alguma forma, contribuíram com a Previdência Social: o auxílio reclusão. Como se já fosse pouco para nós contribuintes arcarmos com a estadia dos marginais na prisão, temos mais esse encargo. O "bolsa bandidagem" é pago pela Previdência ao criminoso, enquanto o marginal estiver atrás das grades ou no regime semi-aberto. O benefício corresponde ao valor de R$ 971,78, bem mais do que ganha um trabalhador decente, mesmo com o reajuste do salário mínimo que passou este ano para R$ 788" (Rachel Sheherazade, uma jornalista que vem me ganhando dia após dia, íntegra, sábia, merecedora de todos os aplausos possíveis, pessoa de bem e de coragem). 


Clique aqui e confiram o que Rachel fala sobre bandido. 

Luciano Huck meu querido, estamos cansados de sermos palhaços. Chega gente, por favor!

Comentário de Luiz Carlos Prates:


Prates ouço e leio desde muito tempo, outro jornalista cheio de predicados.


sábado, janeiro 17, 2015

A polêmica do tio Roberto no filme do Tim Maia

Ok, agora que a poeira baixou vou meter meu bedelho na minissérie Tim Maia, talvez o único que não viu o filme e portanto menos indignado que muitos. Todavia, ainda assim, vou escrever o que penso.
Antes de elogiar elenco (vai chover flores), vou adentrar na polêmica do tio Roberto, o ex-garoto propaganda da Friboi, coitado! Roberto desde o início, e a minissérie mostrou isso, sabia o que queria. Se tornou o melhor amigo dos grandões da época, dançou conforme o que lhe pediam e foi crescendo e mesmo você o achando um chato de galochas coloque a mão na consciência e confirme: o cara tem talento! E o Tim foi, é, sempre será um porra-louca! 
Claro que a Globo errou feio em não mostrar o que realmente aconteceu, Roberto não ajudou Tim Maia quando o último o procurou, mas isso é de praxe na emissora e como já falei anteriormente Roberto dança conforme a música. Por isso ele é o Rei. Roberto é o Belo! Tim é a Fera!
Tim Maia vai sempre estar em nossos corações por ter sido aquilo que ele foi. Sem máscaras, com os erros dele, tão humanos. E quem assistiu certamente pensou: "que pena alguém com uma voz tão boa ser desse jeito". É isso mesmo! Mas eu sou completamente apaixonado por quem é verdadeiro, olhar para o Tim é enxergar sua alma sem nenhuma maquiagem. Ele era isso, talvez se importasse em não ser como Roberto, talvez não. Basta clicar no Google a palavra Tim, procurar uma imagem do cantor e reparar. O cara foi verdadeiro o tempo todo e a sua música está eternizada. Procure agora pelo Rei Roberto. Você não saberá o que ele de verdade pensa. Mas friso, não tiro nem nunca vou tirar o legado dele, que também ficará para sempre marcado.
Babu Santana e Robson Nunes, entre nós, os caras são eles diria o tio Roberto. Atuações dignas de um Oscar, impecáveis, perfeitos, ótimos, e vou rasgando a seda pros dois a cada palavra. Cauã Reymond, gostei dele, juro, sério! Alinne Moraes sempre Alinne Moraes, e isso é um elogio. Dos bons. E o Tatalo, ah, o Tatalo! George Sauma fez Roberto Carlos com maestria. 
Não sei porque você se foi
                       C#m
  Quantas saudades eu senti
                        Bm
  E de tristezas vou viver
                      A
  E aquele adeus não pude dar
                       Bm
  Você marcou em minha vida
                           C#m
  Viveu, morreu na minha história
                      Bm
  Chego a ter medo do futuro
                           A             Bm
  E da solidão que em minha porta bate

...

Luz, câmera, 50 anos não é bom, mas também não é ruim

Presença de Anita, Maysa, As Noivas de Copacabana, O Pagador de Promessas e a lista de boas minisséries é imensa e sabendo disso a Rede Globo compactou estas e outras e as transformou em telefilmes. Boa ideia. Ops, quase! O especial "Luz, câmera, 50 anos da Globo" caiu por terra. Eca!! Poxa, quem aqui queria rever A Teia? Ou Força-Tarefa? Cadê Memorial de Maria Moura, Desejo, Engraçadinha, Tereza Batista, Dona Flor
Já é sabido pelo canal Viva, da própria, que a gente gosta de rever coisas antigas e caros, saber que A Teia desceu ladeira abaixo na audiência fez muito bem para o meu ego. Acordem! 
A edição é perfeita, não compromete o filme e pasmem, tudo flui naturalmente, é sempre bom enaltecer os bons profissionais, mas o que tinha para se tornar inesquecível se tornou qualquer coisa. 
Com a estreia do BBB, argh!, eca!, Deus o livre, dia 20, estas séries vão ficar para depois e, bem nesta semana Miguel Falabella irá protagonizar o célebre serial killer. Ou seja, muita gente que gostaria de rever vai ficar chupando dedo (tipo eu).
Foi mal Globo, todavia, feliz aniversário!

quarta-feira, janeiro 14, 2015

Notinha

E pra quem corria contra a escalação de O rei do gado no VPVDN da Globo uma decepção: em seu segundo capítulo foi a terceira trama mais vista do dia, perdendo apenas para Alto Astral (às sete) e Império (às nove). A novela rural marcou 16 pontos de audiência, um a mais que Boogie Oogie (às seis) e dois a mais que Malhação, detalhe: inéditas.
Resumindo: quem sabe agora a espertinha Globo aprende que os telespectadores não são otários e sabem distinguir um "verdadeiro grande sucesso de audiência".

sexta-feira, janeiro 02, 2015

Maitê Proença, atriz, escritora, mulher (e das boas!)

Sabe quando a gente quer entrar o ano bem, falar de coisas boas, atrair positividade, ser contraído por sorrisos e abraços? Pois bem, foi dessa forma que me deixei embarcar na transição do dia 31 para o dia primeiro: bons fluídos para todo mundo, de coração. E a pergunta que não quer calar (quem tem blogue vai me entender, claro que vai), qual o primeiro post do ano? O que ou de quem falar? Tem que ser alguma coisa que traga coisas boas para quem estiver lendo. Poderia redigir uma carta à Dilma Roussef, presidente reeleita (argh! não, mil vezes não! começar desta forma nem pensar, muitas dores), decidi deixar isso para outra hora, outro dia, sei lá! É quando me deparo com Maitê Proença sendo entrevistada pelo queridão Roberto D´avila no canal Globo News da Globosat. SENSACIONAL! Fiquei extasiado com o que vi. Roberto é um entrevistador certeiro, um jornalista ímpar, comedido e sagaz, fugaz, interessante. E Maitê é incrivelmente melhor. Sempre gostei muito dela. Sempre!
Lembro com exatidão dela contracenando com a bonitinha Tatyane Goulart (minha amiga no Facebook, acreditam?) na novela Felicidade, transbordando uma Helena suave e emocionante. Como vilã na jovem Cara & Coroa, trama de 1995, do autor Antônio Calmon, eu adorava as novelas dele na minha adolescência. Confesso que fiquei supertriste com a morte de Heloísa (Maitê) e até hoje não compreendo do porquê ela teve que sair do folhetim. Ah! Ela fez uma feia num episódio de A Vida Como Ela É, de Nélson Rodrigues, exibido pelo Fantástico em 1996. Ainda assisti a Clara de Torre de Babel e por aí vai, ops! ainda nesta década tive a sorte de vê-la como a professorinha do Sassá Mutema numa época que Vale A Pena Ver de Novo valia o título que ostentava. Dos anos 2000 muita gente que por aqui se arrisca já sabe de cor e salteado. 
Maitê é intrigante. Sua história de vida é dramática (procurem no Youtube a entrevista, não é tempo perdido não! ou mesmo basta pesquisar a atriz no Google, fatos importantes de sua vida é o que não falta), no entanto, juro! como é intensa, ouvindo os relatos da atriz, escritora (ainda não a li, mas é uma das minhas metas do ano, promessa! vou escrever sobre isso aqui, agora a pouco, depois do programa ela me ganhou de vez), apresentadora (ela no Extraordinários, do Sportv, foi um achado, impossível resistir àquele sorriso, Maitê tem a gargalhada mais gostosa do mundo das celebridades) você sente inveja, uma inveja boa, de tudo que ela conquistou. Ela foi ao fundo do poço, não perdeu a esperança e se reergueu. Claro, ela não era, nunca foi e nem esconde, pobre! Também não sei se era rica, todavia, estudou nos melhores colégios, etc e etc. Porém, todo esse aparato em mãos de pessoas erradas não estaria eu aqui escrevendo sobre ela (não tão bem, pelo menos). Ela é um fenômeno como pessoa. De boa índole, com um temperamento forte (ela disse ruim, mas sabemos que não é bem assim) e determinada. Lê tudo o que pode e tudo o que faz procura fazer com perfeição. Pode ser que nem sempre acerta, mas chega bem perto. 
Maitê, atriz, mãe, escritora, mulher, ser humano. Ela quer ultrapassar os cem anos de idade. Que Deus permita isso. Amo ver gente como ela na TV, com algo a dizer. Somos tão carentes disso. Pessoa que erra, que se permite errar, que aprende com os erros e não tem medo de repassar suas experiências, é uma mulher a frente de seu tempo, bonita, melhor que isso, linda, lindíssima, não só pelo seu exterior, até porque isso está lá, escancarado, mas se vê a pessoa maravilhosa que ela é de dentro para fora. Maitê exala verdades, seus olhos não a deixam mentir, ah! estes olhos, profundos, intensos, conseguimos sentir todo o carinho através deles, olhos de quem enxerga o mal nas pessoas, mas que nem por isso se deixam levar por elas. 
Feliz ano novo Maitê, feliz ano novo seu Roberto D´ávila, feliz ano novo leitores queridos, feliz leitura para mim, para você, não deixem de ler, nunca! Não precisa ser só aqui (aliás, que aqui seja apenas um momento de descontração, leiam Machado, leiam Cecília, leiam Zíbia, leiam Maitê (www.maite.com.br, tem crônicas dela no site, ótimas), eu vou ler Todo vícios). 
Maitê se despe sem parecer vulgar, é terna e contagia a todos com o brilho de sua alma e claro, com o indiscutível talento que lhe é peculiar. Bravo!

Em tempo: amo crônicas, e eu que me encantava com o Veríssimo, O Nariz e etc e etc, ganhei de presente Pequenos delitos e outras crônicas do Walcyr Carrasco. O livro não é novo, mas as histórias, uma mais gostosa que a outra. Fica como dica.