BLOGGER TEMPLATES AND TWITTER BACKGROUNDS

sexta-feira, abril 27, 2012

A Reacionária do Pantanal

Esqueçam todos os episódios bem-humorados de As Brasileiras, esqueçam! Nesta quinta dia 26, Sandy foi a protagonista e o programa serviu para quebrar muitos preconceitos (pré-conceitos mesmo) e foi muito emocionante, por demais. Claro que vou comentar o que eu achei da interpretação da cantora, mas antes quero enaltecer a grande Regina Braga, linda, sensível, delicada, a personagem pedia uma atriz com todas essas qualidades e assim foi Regina (a personagem tem o mesmo nome de sua intérprete), comovido com tanto talento. Bravo! E Sandy hein? A ex-santinha (ela mostrou o dedo do meio no programa acreditam? Sandy, Sandy!), além de ser a cantora que é, tem uma voz linda a moça não tem como negar, está cobrindo a licença-maternidade da Luana Piovani no Superbonita, da GNT, faz matérias de bastidores para a Globo sobre o reality show dos lutadores de MMA e imprimiu mais uma vez sua marca na teledramaturgia brasileira (Sandy já protagonizou uma novela das seis na emissora, Estrela-guia de 2001). Sandy foi bem (a pintei com olhos maliciosos no início, confesso que torcia por uma derrapada, o que quase aconteceu, foi chato ver a Sandy de novo tentando mostrar que não é mais aquela menina meiga que tanto nos acostumamos a ver na TV, mas a moreninha deu a volta por cima e foi bem, muito bem, aliás, gostei muito!). Sandy deu vida a Gabriela, a Reacionária do Pantanalmenina metida a moderna, desde que essa modernidade fique longe de sua casa. O episódio valeu por esclarecer muitas dúvidas, tirou o aspecto de que se é gay é porque rola só sexo, mostrou delicadeza e sensibilidade, sem chocar, afinal o que vale mesmo é o amor, sem diferenças. Parabéns. Segue o vídeo completo:

Beyoncé é eleita, pela revista People, a mulher mais bela do mundo

A revista People, famosa por seus rankings, acaba de divulgar uma lista das mulheres mais belas do mundo, e pasmem, a cantora Beyoncé, já na faixa dos 30 anos, e que acaba de ser mamãe, foi a eleita a mais bela do mundo. Eu disse pasmem? Corrigindo: ela é linda mesmo, mereceu! Nenhuma brasileira apareceu na lista das dez mais. Segue o ranking:

1º lugar: Beyoncé.
2º lugar: Sofia Vergara (atriz americana)
3º lugar: Charlize Theron (atriz sul-africana) - muito gata!
4º lugar: Lila Collins (protagonista de Espelho, espelho meu)
5º lugar: Madeleine Stowe (atriz americana)
6º lugar: Christina Hendricks (atriz americana)
7º lugar: Michelle Williams (protagonista em Sete Dias com Marilyn) - jura que ela está na lista? Não que ela seja feia, mas... (deixa baixo!)
8º lugar: Paula Pato (atriz americana) - não faço ideia de quem seja!!!
9º lugar: Miranda Lambert (cantora americana de música country)

10º lugar: Kate Middelton (Duquesa de Cambridge).
Pode parecer pretensão, mas tem muita brasileira dando um banho em muitas das escolhidas.

Batman é gay, afirma o roteirista dos quadrinhos do herói


O roteirista Grant Morrison, criador do Batman, numa entrevista à revista Playboy, disse que o super-herói, que sempre teve que ralar muito (sem malícia, ok?), é muito gay. Ele se refere ao estilo ao comportamento social e em nenhum momento falou sobre o aspecto sexual do fato. "A gayzice faz parte do Batman. Não estou falando em gay num sentido pejorativo. É óbvio que enquanto personagem fictício ele é heterossexual, mas a base do conceito é absolutamente gay". Mas que pegou mal para o Homem-Morcego isso pegou, né não? Robin, seu safadinho, você devia saber disso há um bom tempo e ficava escondendo o segredo por baixo da capa (rss). Brincadeiras à parte, isso só aumentou as especulações sobre a sexualidade do herói, como se isso fosse importante também.

quinta-feira, abril 26, 2012

Gabriela nem estreou na Globo e já gera polêmica: Ivete Sangalo, uma cantora, vai fazer personagem que foi de Eloíza Mafalda, considerada uma de nossas melhores atrizes

Eloíza Mafalda, a Manuela de Mulheres de Areia, exibida até o último dia 5 de março no Vale a pena ver de novo, é uma atriz extraordinária. Abandonou a TV, mas seu talento ficará sempre na memória dos brasileiros, principalmente daqueles que gostam de uma boa novela. Pois bem, em junho a Rede Globo traz de volta Gabriela, um remake do original de 1975. Eloíza deu vida a Maria Machadão, um marco na sua carreira. Porém, na nova versão a personagem será revivida pela atriz Ivete Sangalo (hãn?), ops, cantora. Baita diferença, não é mesmo? Eu sou apaixonado por Ivete, ela como atriz foi muito bem em As Brasileiras, mas convenhamos, Maria Machadão é muita areia pro caminhãozinho dela (eu espero que ela prove o contrário, juro que peço perdão de joelhos se isso vir a acontecer). Aguinaldo Silva, o autor, o polêmico, entrou na rodinha. Veja o que ele comentou em seu twitter: "Alguém pergunta o que espero de Ivete Sangalo em Gabriela: espero que ela cante uma daquelas músicas dela e depois se retire com dignidade', escreveu o autor. E continuou: "Ainda sobre Ivete Sangalo em Gabriela: como cada macaco deve ficar no seu galho, espero que Juliana Paes não resolva cantoricar". Disse ainda que muitos atores gostariam de dizer as mesmas palavras, mas não tiveram coragem (ou não podem mesmo!). Depois de um tempinho, percebendo que a mídia já estava em cima, respondeu: "Já tem gente falando que eu critiquei Ivete Sangalo como atriz. Eu acho ela ótima como cantora e Juliana Paes como atriz. Cada uma na sua", escreveu. Ou seja, nada de pedidos de desculpas. Continuou certo do que estava falando. Como sempre acha que está. Não gosto dele não, muito topetudo pro meu gosto, mas fez trabalhos inesquecíveis na TV como Tieta, Pedra sobre Pedra e Roque Santeiro. Mas concordo com ele em relação a Veveta (repito: quero muito vir aqui e dizer com todas as palavras que Eloíza teve uma substituta à altura, mesmo acreditando no contrário). Antes de Ivete, foi cogitado os nomes de Regina Duarte, Elizabeth Savalla e Cláudia Raia para o papel. Os olhos estão voltados para ela agora, ah! se ela soubesse o vespeiro que estava entrando  ao aceitar o trabalho né não? Mas se ela se mostrou segura para a personagem, tem que fazer valer (até porque em tudo o que faz, a cantora causa - e muito - né?). Esperemos ansiosos.

Plim, plim!

47 anos de muita (boa) história pra contar, é assim que a Rede Globo comemora a data neste dia 26 de abril. São dela as melhores novelas do mundo, o melhor jornalismo, foi dela a detentora dos melhores momentos dos anos 80, década dos Trapalhões, de Xuxa, da ascensão de Gloria Pires, nossa melhor atriz!, é nela que vemos Tony Ramos, Lima Duarte, os melhores atores!, é na Globo que surgem as Mel Maias que nos encantam, que nos fazem chorar, que nos fazem torcer. Parabéns!

Bem bom

Se Marcos Caruso passava completamente despercebido no papel de pai chorão, amigo de todos, o bonzinho da história, Leleco, da novela Avenida Brasil, está dando o que falar. Tá se dando bem! "Pegando" uma das mulheres mais lindas da novela, um boa vida. É sem nenhuma dúvida uma das melhores personagens da ágil trama das nove da Globo. E isso só se mostrou possível perante o enorme talento de Caruso. Bravo, bravíssimo! Eu que acompanho muito as novelas, acho muito merecedor o sucesso do ator. Bem tarde, por sinal. Mas nem tudo são flores na vida dele. Em entrevista para a revista Quem, ele disse que até chegar ao bem bom do Leleco, passou fome, deu o duro. Hoje já pode escolher o papel que quer e agradece a Deus pelos cuidados que recebe: "Todas as minhas ex-mulheres, meu filhos, meu pai, meus amigos, todos cuidam muito de mim. Lília Cabral, que é minha grande amiga, me liga dia sim, dia não, quer saber se estou bem". Aplausos a ele, de montão.

Outro que merece muitas flores é Juliano Cazarré, o Adauto (na foto com Caruso). Ele que já vinha de um bom papel em Insensato Coração (ele era o comparsa de Norma (Gloria Pires), lembram?), está dando um banho de interpretação na atual trama das nove, o personagem que tinha tudo para cair no caricato - Adauto tem a ingenuidade de uma criança - virou um ser humano de verdade. Sensibilidade à flor da pele. Genial!

segunda-feira, abril 23, 2012

Era uma vez uma gata muito, mas muito antipática...

Quando estreou na TV em meados dos anos 2000 a top model Ana Hickmann, uma das mulheres mais bonitas do mundo (e uma das mais altas também), nem imaginava a proporção que sua carreira tomaria a partir daí. Hoje é a maior apresentadora da TV Record, porém, falta a ela um fator que considero o mais importante para ser de fato uma verdadeira comunicadora das massas: carisma. Ana é muito fraquinha. Suas risadas são forçadas e quando inventa de querer emocionar o público, Jesus apaga a luz! Humildade não é seu forte. A loira esbanja talento ao falar de moda, assunto que trata com extrema propriedade. Tem uma dicção privilegiada e uma voz impactante: e só! Mais nada. É vazia. 
Ana, muito mal assessorada por seu marido, Alexandre Corrêa, vem comprando brigas na tevê, e sem nenhuma necessidade - ficou feio para a imagem dela a briga com a colega de emissora Cris Flores, as duas trabalharam juntas no diário Hoje em dia - ao menos devia ter explicado o real motivo, pegou muito mal porque Cris nem tchum para as declarações do casal Ana & Alexandre. Aliás, Cris nem precisou, Adriane Galisteu, amiga da morena, soltou os cachorros em cima da loiraça: "um filho melhoraria muito o jeito dela (ANA)". Adriane, inclusive, disse que foi por causa de um empurrão dela que a Record contratou a musa do programa Tudo é possívelAna, por sua vez, preferiu o silêncio. Sábia decisão. Ou até o maridão começar a tagarelar. Né não? Daí vai ferrar tudo. 
Ana Hickmann se tornou um nome fortíssimo no showbizz nacional, virou marca e das boas!, mas está manchada, se faz necessário nesse momento zelar pela (ou criar uma) boa imagem da moça, o público vai acabar pegando para eles o estereótipo de antipática que a apresentadora tem adotado nos últimos tempos: Ana está cada vez mais longe de um dia se tornar uma Hebe ou uma Xuxa. E olha que quem assistiu seu começo apostou grande na moça.
O que ela tem de linda (porque é linda gente, benza Deus!) tem de nariz empinado. Caiu no meu conceito.

sábado, abril 21, 2012

Hei de ser feliz também, depois

Certos namorados brigam dia sim, dia não. Na sexta se amam, no sábado se odeiam, no domingo fazem as pazes, na segunda prometem nunca mais se ver. São amores movido à adrenalina, que rendem bons versos e letras de música. Muitos destes casais conseguem chegar ao altar e continuam entre tapas e beijos até as bodas de ouro. Brigam e voltam tantas, mas tantas vezes, que na verdade nunca chegam a se separar. Deixe que digam, que pensem, que falem. O amor é lindo.
— Martha Medeiros (via sociedadedospoetasmortos)

Ok!Ok! toda essa prosa é só pra falar que eu gosto muito de Marisa Monte, e ela dispensa qualquer tipo de comentário, qualquer! Ouçam:





A música está na trilha sonora de Avenida Brasil e embala o romance de Nina e Jorginho (Debora Falabella e Cauã Reymond, respectivamente).

A Venenosa de Sampa

Vou ser muito sincero com vocês, no último episódio de As Brasileiras, a Venenosa de Sampa com Giovanna Antonelli no papel principal não foi por causa da atriz que quis assisti-lo, detalhe: gosto da Giovanna ok! Mas foi pela participação de Vivianne Pasmanter, atriz que eu sempre amei. Desde a Débora de Felicidade. Mas o episódio era muito ruim, aliás, como decaiu nos últimos dois, acorda Globo! Nem Vivianne como Maria Eduarda nem Giovanna como Gigi valeram a pena (a não ser que você, assim com eu, quis matar a saudade de Vivianne) e a tal briga por aquele vestido, por favor!, não convenceu. Mesmo! Como de praxe segue o vídeo:

quinta-feira, abril 19, 2012

Afinal, quem é a mocinha?

Carminha (Adriana Esteves) e Nina (Debora Falabella) são as novas Donatela (Cláudia Raia) e Flora (Patrícia Pillar) da tevê. Ao contrário do que foi em A Favorita, onde nos primeiros dois meses não sabíamos quem era a vilã, em Avenida Brasil não sabemos quem é a mocinha, ou se afinal, ela existe. Uma jogada de mestre de quem entende muito bem do assunto: João Emanuel Carneiro é o melhor autor que o Brasil já teve. É muito inteligente, e suas tramas vem para fazer a gente pensar, ele quer interação, sempre! Foi assim também em Cobras & Lagartos, 2006 e Da Cor do Pecado, 2004, ambos fenômenos das sete da noite e com a série A Cura, de 2010. João tem um quê de roteirista de seriado americano, ele vai apontando elementos, pistas e ao mesmo tempo, complica a cada capítulo, bem ao estilo Prison Break, quem viu a série sabe do que estou falando. Quando você assiste Avenida Brasil e tem a impressão que as coisas estão vindo à tona, surge um novo acontecimento e pronto! Novos dilemas, mais cenas eletrizantes tomam conta da gente. 
Carminha chegou aterrorizando, foi muito má com Rita (Mel Maia), Rita é Nina agora!, a menina sofreu muito, e quer vingança, a qualquer custo. Ou seja, boazinha ela não é, e se a gente for analisar, quando criança ela já demonstrava não ter uma personalidade amável, tinha brio, era forte, e tão grande foi seu sofrimento que Rita cresceu remoendo todos esses sentimentos dentro dela. E justifica os meios, só não se sabe se vai justificar os fins. E assim como Rita/Nina tem motivos para ser assim e por conta de ter tido sua história contada detalhadamente para o público seu pedido de perdão será sim aceito, Carminha também deve ter muito sofrimento na alma. A loira não é totalmente má, ela ama seu filho, é humana, mas nesse caso o público já foi avisado de antemão, aqui os fins não justificam os meios, ela estragou muitas vidas, e a vida vem cobrar isso dela, cedo ou tarde. 
Avenida Brasil reserva muitos acontecimentos, a cena da Carminha descobrindo que Nina é Rita, por enquanto, é a mais aguardada, mas João é tão mirabolante como escritor que tão logo estaremos esperando outras e outras numa força descomunal. A sorte está lançada, de novo, estamos em volta com personagens muito bem elaborados, onde nem sempre o mocinho é herói e nem sempre o vilão é tão mal. E tanto Adriana Esteves quanto Debora Falabella estão perfeitas em seus papéis. Mas afinal, quem é a mocinha? Você sabe?

Marias do Lar



Sexta-feira passada demos aquele tchau para Miguel Falabella, o que foi ele dançando à la Casseta & Planeta, Urgente? Quis parodiar Caminho das Índias? Não sei! Mas que ele conseguiu passar vergonha, isso conseguiu. Deu pra engolir nada no final, nem um selinho é tão sem graça, espera aí, selinho tem lá seu charme (desmerecer esse tipo de beijo por conta de uma novela ruim é imperdoável), Aquele Beijo foi apenas um beijo sem pegada, sem emoção, sem curtição, faltou química, foi uma "ficada" que não queremos repetir, de jeito nenhum. No geral a novela havia melhorado, e muito! Vez em quando a gente até gostava de assistir, o humor era rico, mas caiu por terra nos últimos capítulos, infelizmente. Saiu do ar sem deixar saudades e deu seu lugar a Cheias de Charme, que quer queira ou não me fez voltar aos tempos de Quatro por Quatro, de 1994. Há tempos não me divertia desse jeito. Taís Araújo, Leandra Leal e Isabelle Drummond estão endiabradas, suas Marias são fortes, sonhadoras, especiais mesmo, você consegue se identificar em cada uma delas. E Cláudia Abreu hein? Tudo bem que sua inspiração vem da Joelma do Calypso, mas tem um quê de Claudia Leitte ali, reparem! E Chayene veio mesmo para brilhar, ou como diria a Penha (Taís), Juciléia é muito da mau caráter, vai infernizar muito as empregadas. A nova novela das sete é escrita por Felipe Miguez e Izabel de Oliveira, ambos assinam pela primeira vez um folhetim e estão muito bem obrigado! Chayene, aliás, não pode nem ouvir falar de Ivete Sangalo. Pode? Vai dizer que não soa muito engraçado. Bravo!

A espetacular Ísis Valverde

Ísis Valverde é mesmo muito popular, sua "Suelle", a personagem que vem explodindo junto com a audiência de Avenida Brasil, novela das nove da Rede Globo é a prova disso. E como vem trilhando um caminho bonito como atriz. Iniciou na TV em Sinhá Moça, sua beleza era escondida por um véu, linda atuação, cresceu como a Rackelly de Beleza Pura, na época roubou a novela para si, foi um tremendo sucesso, convenceu como a Camila de Caminho das Índias e em tempos que mocinha de novela é uma tremenda chata de galochas foi perfeita como a Marcela de Tititi. Mas Suellen, a mais nova periguete da televisão brasileira tem um quê a mais: mostra competência, maturidade e muito muito carisma. A mídia, a TV, o povo, todos piram. Estamos diante do Furacão Ísis, a perfeita combinação de beleza e talento. A Globo tinha tentado isso com Sophie Charlote, a Amália de Fina Estampa, mas de que jeito: a mocinha é totalmente sem sal. Ísis não! Ísis tem aquele jeitinho de mulher gostosa, aquele sex appeal que arrepia o corpo dos homens, sem precisar descambar para o vulgar, sem ser tosca. A atriz é correta, esforçada e tem muito futuro na carreira.

sábado, abril 14, 2012

A Apaixonada de Niterói

As Brasileiras virou programa obrigatório para esse simples e exigente telespectador que aqui vos fala, e por enquanto a história de Ísis Valverde, Xuxa, Ivete Sangalo, Alice Braga e Patrícia Pillar, nessa ordem, seguem como minhas prediletas e na última quinta não deu para ver Letícia Sabatella na pele de Monique, a Apaixonada de Niterói, mas pude vê-la via Youtube (santo Youtube!), e o episódio foi bom. Mas podia bem mais! Estava acostumado com o humor pastelão, ao escracho, queria rir muito. Ok! O episódio teve bons momentos, mas poucos. Letícia é uma atriz incrível e dividiu a cena com Camila Morgado, Debora Lamm (ótima) e Caco Ciocler, todos perfeitos. As Brasileiras consegue ser melhor que As Cariocas, que eu também amava. Daniel Filho é genial e o episódio com a Letícia (vale a pena por ela, pela suavidade que ela passa como atriz), mesmo aquém dos anteriores consegue entreter, por conta disso eu recomendo muito. Mesmo! Queridos, assistam, opinem, discordem de mim, concordem. Segue o episódio completo.

sexta-feira, abril 13, 2012

A Malvada

Fiquei o dia todo sem acessar a internet e nem TV vi, e a atriz Marly Bueno morreu, aos 78 anos, mas ela era tão forte, aparentava não ter essa idade, se foi e deixou um vazio, deixa lições, uma mulher tão bem de saúde, do nada adoece e se vai, ou seja, não dá mesmo pra deixar as coisas pro dia seguinte, nem ficar bravo, nem negar perdão, nem deixar de pedir. Lembro dela sempre malvada nas novelas, sempre! Por muitas vezes me peguei tendo raiva dela, bruxa! Bruaca, era isso e mais um pouco que ela era, ou foi, nas novelas. Elas se especializou em mulheres ruins, elegantes, chicosas. Deixa saudades. 

quarta-feira, abril 11, 2012

A estreia de Máscaras

Se tem uma novela que está chamando muita minha atenção ela se chama Avenida Brasil, impressionado com a qualidade das cenas, o esforço de toda a produção em levar ao ar algo tão bom, tão logo começo a dar minhas críticas ao elenco, aguardem! Pois bem, ao terminar mais um capítulo dessa endiabrada trama, fiquei indeciso, acompanhar duas séries gostosas de se ver, Tapas & Beijos e Louco por Elas, ou assistir ao primeiro capítulo de Máscaras (de Lauro César Muniz), da Rede Record? Entusiasmado com os últimos capítulos de Vidas em Jogo, optei pela novela. Por ora eu estava adorando a trama, comentava comigo mesmo: - Bárbara! Gosto quando os autores nos fazem pensar. Mas por outro lado a considerei cansativa. Duas personagens chamaram minha atenção. Maria (Míriam Freeland) e Tônia (Daniela Galli). Míriam esteve perfeita no papel, mas tanta loucura me deixou angustiado, e por causa disso achei a estreia um tanto chata. E Daniela foi correta, não a conhecia ainda e foi eletrizante ver sua obsessão pela irmã, interpretada por Karen Junqueira. Máscaras é uma novela forte, com certeza vai abalar muito as estruturas da concorrência, mas o autor tem que cuidar com os excessos: um folhetim além de ser forte tem que ser agradável aos olhos de quem assiste. A trama me lembrou Torre de Babel, trama de Sílvio de Abreu de 1998, os primeiros capítulos foram demasiadamente fortes e afugentou o público, que voltou quando o autor suavizou o enredo. Às vezes menos é mais. Não gosto do ator Fernando Pavão, o protagonista Otávio, mas até que ele se saiu bem ontem, e Heitor Martinez Mello não deveria ter aceitado o papel, ou a emissora não deveria ter optado pela reprise de Vidas Opostas. O ator é vilão nas duas tramas, e apesar do Vale a pena ver de novo da Record não obter muita audiência, quem assiste as duas vai ficar cansado dele. Não acham? A cena do sequestro dos bebês foi um purgante, juro! Me deu até sono. Outro erro foi não ter diversificado a história. Com um elenco tão grande o primeiro capítulo ficou só com meia dúzia de atores, precisava ter nos apresentado outras figuras, talvez ali encontrássemos o equilíbrio, uma história de amor ou cenas de humor escracho para suavizar tanta polêmica.

terça-feira, abril 10, 2012

Não gostei do último capítulo de Vidas em Jogo!

O jovem ator, ex- Malhação, foi um dos  pontos altos dessa incrível novela.  
As novelas da Record são sempre uma surpresa. Mesmo longe do patamar de qualidade da concorrente, a emissora vem caprichando em suas telenovelas: Chamas da Vida, Vidas Opostas e agora Vidas em Jogo são bons exemplos disso. E está mais do que na hora da Cristianne Fridman partir para a TV Globo, a autora é uma das mais competentes da área e promete fazer muito sucesso, tal & qual João Emanuel Carneiro (Avenida Brasil está eletrizante!). Vidas em Jogo decretou seu fim ontem à noite com recordes de audiência, foram 17 pontos com picos de 20 e por vários momentos atingiu a liderança, mesmo que em poucos minutos, um feito! E a trama mereceu tudo isso (pelos seus 243 capítulos, não pelo derradeiro), ou mais até. A história era linda e bate de frente com grandes clássicos da Globo com certeza! Porém, a escritora resolveu abrir mão de seu enredo e quis pregar uma peça no telespectador. Ela inovou e isso é muito bom, desde que não prejudique toda a história. Enquanto todos apostavam em quem seria o Palhaço Assassino, a própria Record chamou toda a atenção para o mistério proposto desde o início, as cenas finais nos revelaram que nunca existiu um serial killer. Me senti um bobo! Tudo não passava de uma estratégia para salvar os ganhadores da loteria de serem assassinados por Regina (Beth Goulart). A revelação foi bombástica, pode sim ser interpretada como uma grande tacada de mestre, mas assim mesmo aquela sensação de ter sido feito de idiota incomodou. E ainda incomoda. Mas tirando isso e a morte de Carlos (André di Mauro) - ele morreu para salvar o menino Wellington (Ricky Tavares perfeito no papel de drogado) em uma cena épica e ainda deixou o cãozinho Zé órfão - o resto foi perfeito, contudo, por tudo o que escrevi acima não consegui gostar do final de Vidas em Jogo, nem um pouco. Destaque também para o emocionante discurso de Betty Lago. A atriz, na vida real, enfrenta um câncer. Lindo! 

segunda-feira, abril 09, 2012

A Perseguida de Curitiba

A mulher mais bonita do século XX, a Maria Fernanda Cândido, a eterna Paola de Terra Nostra, sim ela desbancou rostos como Xuxa, Ana Paula Arósio, Tônia Carrero, Luiza Brunet, Regina Duarte, e etc, pois bem, a musa fez A Perseguida de Curitiba e o programa teve lindos e engraçados momentos de gato & rato. Muito bacana! Maria Fernanda deu vida a Sandra, uma mulher rotulada feia, mas que se mostra um furacão na hora de mostrar que precisa de uma vida sexual mais ativa, a atriz foi perfeita, sem cair no clichê. Vale sim assistir o episódio que teve ainda o ator Daniel Boaventura, também incrível. As Brasileiras da última quinta foi o que se pode chamar de 'comédia pastelão': se prepare para rir muito (ou de novo):

Dilmandona Roussef é a melhor coisa do Casseta & Planeta, aliás, a única coisa boa!

Em virtude do feriadão o Blogue Mr. TV segue a partir de hoje sua labuta diária. E sexta-feira o Casseta & Planeta vai fundo na bosta perdeu para a Rede Record de televisão. O penúltimo capítulo de Vidas em Jogo somou 14 pontos de média. A turma do Casseta & Planeta nenhuma inovação marcou 12. E é bem feito. O programa é muito ruim. E pra dizer que não existem flores, aquele rapaz que imita a Dilma é incrível. Detalhe: ele não fazia parte da versão Urgente do humorístico. P.S.: ainda não vi nada do Pânico na Band, a não ser um vídeo com o Carioca imitando o jornalista Bóris Casóy.
Segue os dois vídeos que eu gostei muito:

quinta-feira, abril 05, 2012

(óóó) s2

Reynaldo Gianecchini gravou nesta segunda um "Marília Gabriela Entrevista" para o canal GNT, da Globosat:
 'Sorria, brinque, chore, beije, morra de amor, sinta, sonhe, grite e, acima de tudo, viva. O fim nem sempre é o final. A vida nem sempre é real. O passado nem sempre passou. O presente nem sempre ficou e o hoje nem sempre é agora. Tudo o que vai, volta. E se voltar é porque é feito de amor", disse. Após a leitura o ator olhou para Gabi e declarou: "Eu te amo". Emocionados, os dois se beijaram.

Revelação bombástica: Fiuk é filho do cantor Fábio Jr! Vai me dizer que você nunca notou a semelhança?

Tá, eu não gosto muito do Fiuk, quase nada, mas vai ao ar hoje à noite na novela Aquele Beijo, uma revelação, no mínimo, inusitada. Agenor (Fiuk) vai descobrir que não é filho de Felizardo (Diogo Vilela) e irá cobrar de sua mãe (Stella Miranda como Locanda) a verdade. Agenor é filho do cantor Fábio Junior, juro! É verdade. Podem pesquisar. Soa engraçado e a intenção é essa.


Fiuk está longe de ser alguma coisa que seu pai foi para a mídia. Até porque se é para ter mais um Fábio Jr. optemos pelo original. Né não?


A cena:
Locanda está escutando um sucesso do cantor e olha para os discos antigos, quando Agenor entra. “Filho, isso não importa agora. O que importa é que você foi criado com muito amor e carinho pelo Felizardo”, diz Locanda, fugindo da verdade. “Quem é meu pai?”, pergunta Agenor, firme.
Ela conta que sempre ia às turnês de Fábio Jr., quando era noiva de Felizardo, que costumava acompanhá-la. Porém, certa vez, ela estava sozinha com as amigas e conseguiu passar uma noite com o ídolo. “Você nunca percebeu a semelhança? Vocês são muito parecidos!”, comenta Locanda.
Ela ainda diz que o cantor nunca soube da gravidez e que nunca teve coragem de contar o que aconteceu para o marido. “Eu sou filho do Fábio Jr.?”, indaga Agenor, chocado com a revelação.

"Aquele Beijo" começou morna (quase fria) e deslanchou do meio pro fim (beirando o fim, uma pena), está engraçadíssima e essa história soma mais um ponto para Miguel Falabella. 



Vidas em Jogo, últimos capítulos

Tive muita implicância com Vidas em Jogo (já superada, é bom frisar), carro-chefe da Record que termina na próxima segunda. A começar pelo nome: nos últimos anos tivemos um boom de títulos com esta palavra, cansativo e feio. A novela começou (em maio passado, serão onze meses no ar. Exagero!) e quis mostrar a que veio de uma vez só. Eram muitas cenas de ação, todas forçadas demais, muito Velozes & Furiosos, mas aos poucos a trama (se corrigiu) pegou e foi conquistando os telespectadores. 
A TV do bispo Macedo tem um acervo de atores ruins e a maioria deles está no folhetim de Cristianne Fridman (ótima autora), mas soube contratar muito bem também, foi sua salvação. Betty Lago trocou a Marushka (Marília Pêra em Aquele Beijo) pela Marizete e se deu muito bem. Agradou. Mas é Beth Goulart o grande nome de Vidas em Jogo, e da Record inteira. A atriz dosou muito bem as maldades e todo o sofrimento da personagem ao descobrir ser portadora do vírus da Aids. As cenas de Regina com a filha Patrícia (Thaís Fersoza em seu melhor momento na tevê) são dignas de muitos aplausos. Impossível não se emocionar com as duas, Beth e Thaís (foto) foram soberbas e não me conformo (não deu pra engolir) em não ver o nome da veterana (a Globo deve se roer de ódio em ter perdido esta talentosa atriz, incompetência pura) em primeiro nos créditos, uma pena. A abertura, por sinal,  é simples demais, a emissora deve se preocupar com isso, precisa imprimir mais qualidade, fica a dica para as produções que estão por vir.
Vidas em Jogo pecou em ter sido esticada muitas vezes, foi prejudicada por isso e poderia ter incomodado muito mais a audiência, vai terminar com uma média de 12 pontos. Razoável. Mas valeu (e muito) por ter incluído em sua história o drama do crack na vida dos brasileiros. Ricky Tavares, impactante e Luciana Braga, emocionante passaram todas as dores de seus personagens sem forçar uma barra, linda a composição do novato ator, boa pesquisa, merece todos os parabéns possíveis. O tema exigia todo um cuidado. Destaques também para Leonardo Vieira, Julianne Trevisol, Denise Del Vecchio (incrível), Simone Spoladore e Lucinha Lins. Guilherme Berenguer e Rômulo Arantes Neto decepcionaram, este último então, dispensa comentários. Sandro Rocha (o Cléber) é muito ruim também. 
Entre altos e baixos, considerando o enorme e desnecessário número de capítulos, Vidas em Jogo termina com saldo positivo. Vai deixar saudades. Muito das flores se remete ao trabalho competente do diretor Alexandre Avancini. Bravo! E quem será o palhaço assassino? Aposto na Marizete (Betty Lago)!

terça-feira, abril 03, 2012

Insisto: Grimelda, o Pereirão, foi uma chata de galochas!

E a atriz Lília Cabral ganhou outro prêmio neste último final de semana. Foi eleita Melhor Atriz nos Melhores do Ano do Domingão do Faustão. O público adorou de verdade dona Griselda, o Pereirão. PQP! Desculpem a expressão, mas Lília não mereceu. Não mesmo! Eu a considero uma excelente atriz e ela pode sim ser comparada com a Meryl Streep, mas Griselda foi seu pior desempenho na TV, talvez o único. Quem a viu como Amorzinho em Tieta, Simone em Pátria Minha, Sheila em História de Amor, Verena em Meu Bem Querer, Daphne em Estrela Guia, Ingrid em Laços de Família (quem lembra desse maravilhoso papel levanta a mão!), Marta em Páginas da Vida e Catarina em A Favorita, sabe muito bem do que estou falando. Griselda está anos-luz aquém do que Lília pode fazer. 
Foi um acerto a Rede Globo colocá-la ao lado de Glória Pires, Cássia Kiss, Patrícia Pillar, Regina Duarte, assim como Julia Lemmertz ganhou seu primeiro papel título numa das próximas produções da Globo (ela vai ser a última Helena de Manoel Carlos, ainda sem data para estrear), mas Lília não conseguiu se sobressair. Foi exagerada o tempo todo. Quando pobre, emocionou. Suas cenas com Caio Castro convenceram, mas como a Globo havia exibido uma história parecida antes com Dulce (Cássia Kiss) em Morde & Assopra o enredo ficou um tanto batido, mas ainda assim melhor do que Aguinaldo Silva reservou para depois. Griselda é o tipo de pessoa intrometida, que acha que está sempre certa, totalmente autoritária e saiu vomitando regras durante os outros muitos meses de novela. Foi prejudicada também por conta das atuações de seus colegas (Dalton Vigh, Christiane Torloni, Adriana Birolli, Sophie Charlote, o próprio Caio Castro, Malvino Salvador, Eri Johnson, é dose!), todos péssimos, e a personagem ficou inverossímil, fora que só serviu de escadas para os filhos dela, uma pena. 
Lília Cabral não mereceu o prêmio de Melhor Atriz de 2011 nem pelo Troféu da Globo nem pelo Troféu Imprensa (graças a Deus, pelo APCA Glória venceu, mostra que não estou tão errado). Nas duas premiações quem deveria estar concorrendo seriam Glória Pires, Marjorie Estiano e Beth Goulart (ou Ana Beatriz Nogueira). Quaisquer dessas poderiam levar o prêmio e ninguém poderia contestar depois. E a menção honrosa fica por conta de Cássia Kiss (ela sim fez o verdadeiro Pereirão ano passado. Linda atriz!). P.S.: insisto, Lília é uma baita atriz, mas Griselda foi seu pior trabalho.